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terça-feira, 22 de Julho de 2014

OFICIAL: Wilson Eduardo custa 3M


"A Sporting SAD informa que chegou a acordo com o Dínamo de Zagreb para o empréstimo do jogador Wilson Eduardo durante a época 2014/15, suportando o Dínamo Zagreb todos os custos com o jogador e recebendo o Sporting um montante de 500 mil euros. O Dínamo de Zagreb terá opção de compra por um montante adicional de três milhões de euros, ficando o Sporting com 20% de uma futura mais-valia."

Acho mal este empréstimo do Wilson Eduardo mas compreendo que o seu espaço no plantel tenha ficado cada vez mais reduzido. Em Janeiro da época passada com a contratação de Heldon ao Marítimo e a ascensão de Carlos Mané da equipa B à equipa principal, o Wilson Eduardo foi perdendo espaço e deixando de ser utilizado. Agora com as contratações de Tanaka e Ryan Gauld acho que seria cada vez mais difícil jogar. No entanto estava a fazer uma boa pré-época tendo marcado em três golos em três jogos (contra a Selecção dos Açores, equipa B e Belenenses). Tudo isto poderá indiciar a contratação de um novo extremo.

segunda-feira, 21 de Julho de 2014

Preparando a nova época - Extremos


Os extremos são jogadores em que a técnica, a velocidade e a imprevisibilidade são as qualidades mais apreciadas, e é da nossa academia quue saem os melhores: Futre, Figo, Ronaldo, Nani, Quaresma, etc. Neste momento, esta é, provavelmente, a posição mais debilitada do nosso Sporting. Temos muitos extremos, mas quantidade não implica qualidade, para mal dos nossos pecados, já que não andamos propriamente a nadar em dinheiro. 
Da época passada para a que vem, devem ficar praticamente todos os extremos, à excepção de Wilson Eduardo, cedido ao Dínamo Zagreb. Wilson, até à data, estava a ser o melhor jogador da pré-época, mas sabemos o seu passado, e consistência é algo que não joga a seu favor.
Outro extremo leonino deveras inconstante é André Carrillo. O peruano, de 23 anos, parte para a sua quarta época de leão ao peito. Chegou em 2011/12 sob grandes expectativas. É notória a sua qualidade, mas também a sua falta de profissionalismo. Precisa de se esforçar muito mais e de não pensar que tem o mundo a seus pés, que não tem, de todo. Na minha opinião, não devíamos perder este diamante por lapidar, mas também não devíamos mantê-lo na equipa, pelo que a solução passaria por emprestá-lo fazendo-o evoluir e assentar os pés na terra.
Para além destes, temos outros 4 extremos que, a meu ver, devem ficar no clube. São eles Carlos Mané, Shikabala, Heldon e Diego Capel.
O primeiro, um menino da casa, é o extremo com maior margem de progressão. Foi "descoberto" por Jardim que o lançou com fé, numa altura em que precisávamos realmente de um bom extremo. Mané aliviou essa necessidade, revelando-se mais uma pérola da nossa formação. É para manter e, quiçá, no onze titular.
Outra "descoberta" da época passada foi Shikabala. Pensa-se que o egípcio foi contratado mais numa estratégia de marketing (bem sucedida, diga-se), mas a verdade é que o número 7, até tem qualidade e pode ser que se venha a tornar numa mais-valia para o clube (não a titular).
Heldon é o nome que se segue. O cabo-verdiano chegou ao Sporting depois de ser apontado como um dos melhores (ou mesmo o melhor) jogadores do Marítimo, clube onde marcou vários golos. Após meia época de leão ao peito, o camisola 20 já é considerado um flop. Ainda acho muito cedo para se afirmar tal coisa, pelo que acredito que o devemos manter na equipa (também já vimos pormenores interessantes vindos dele).
Por fim, Diego Capel. Foi um dos melhores da equipa nas duas primeiras épocas ao serviço do leão, mas baixou imenso o seu rendimento na época transata. Muito inconstante, só rendia quando entrava na 2ª parte como "suplente de luxo". É dos que tem mercado, mas creio que seria bom mantê-lo, deixando-o sair apenas por uma verba a rondar os 10 milhões, o que seria extraordinário.
Podemos, ainda, falar de um reforço leonino: Junya Tanaka. Confesso que ainda não percebi se joga a extremo se a ponta-de-lança. Seja como for, acho-o a pior contratação de Bruno de Carvalho. Se for para extremo, já temos vários, com qualidade igual ou superior a Tanaka, e bastante mais jovens (com 27 anos, já não vai progredir). Para além disso, para contratar alguém, que fosse um jogador com experiência europeia, o que iria ser útil para esta época de Champions. Em termos de qualidade, nem para a seleção japonesa era opção, visto que só por 1 vez representou as cores do seu país. E escusávamos, sequer, de gastar dinheiro num extremo, basta olhar para a nossa equipa B. Esgaio já merece uma oportunidade há muito tempo, e a meu ver, era uma melhor aposta que o japonês. Como tal não deverá acontecer, o nazareno devia ser emprestado. Se fez bem a João Mário, também lho fará a ele.
Assim, ficaríamos com suficientes e boas opções para extremo, se mantivéssemos Mané, Shika, Heldon, Capel e Tanaka e emprestássemos Carrillo e Esgaio.

sexta-feira, 18 de Julho de 2014

Preparando a nova época - Meio campo


Ainda é desconhecido o sistema tático que Marco Silva utilizará. Manterá o mesmo de Jardim? Utilizará duplo pivô? Adotará um novo sistema como um 4x4x2? Ou mesmo um 3x5x2? Não me parece que vá optar por uma destas duas últimas alternativas, sendo que a primeira (4x3x3 de Jardim), na minha opinião, é a mais provável.
Leonardo Jardim, durante a passada época, usou um 4x3x3 que se provou ser o melhor para o plantel verde e branco. Com William sendo o médio mais defensivo, Adrien a seu lado, tendo o papel das construções ofensivas e de liderar a equipa dentro de campo, e André Martins mais à frente, jogando nas costas do avançado. Na minha óptica, este é o melhor meio campo para o nosso Sporting. Ainda há muito mercado pela frente, muitas conversas a decorrer, e é sabido o interesse por jogadores como o William e o Adrien. Mas, por agora, contamos com eles. 
O "Rei" William deve manter o lugar de trinco, tendo agora um forte e jovem concorrente formado no Barcelona (Oriol Rosell) que deverá ocupar o seu trono caso ele saia (Que o Diabo seja cego, surdo e mudo). Creio que ficamos bem servidos de qualquer das maneiras, quer William saia (a troco de muito, e, sublinho, muito dinheiro) quer fique. O outro trinco sportinguista, Fito Rinaudo, deve voltar a ser emprestado, ou poderá mesmo chegar a ser vendido. Com 27 anos, o argentino já deu o que tinha a dar no Sporting: fez 2 grandes épocas de sucesso e chegou a envergar a braçadeira de capitão. Mas em 2013/14, ficou na sombra de William e teve que ser emprestado, destino que o deverá aguardar novamente.
Adrien Silva também se conservará no 11 titular. Foi um dos melhores jogadores do Sporting e até da liga portuguesa, a par de William Carvalho, na passada época e parte do sucesso leonino deve-se a ele(s). Surpreendentemente, não foi ao Mundial. E, a meu ver, ainda bem. Não tem tanto mercado quanto William, e, felizmente, não deve sair. Logo, vai continuar a ter o papel que teve durante toda a época. Para competir com o luso-francês, Marco Silva tem, ao seu dispor, Simeon Slavchev, búlgaro de apenas 20 anos contratado ao Litex Lovech. Ainda não deu bem para perceber a verdadeira qualidade deste jogador que tanto pode jogar a 8 como a 6, mas ainda temos a pré-época para o analisar melhor. Para além dele, temos outras hipóteses para esta posição na equipa B: Wallyson Mallman (na minha opinião, o melhor jogador da época transata dos B's) ou mesmo Kikas (já tem 23 anos mas foi aposta frequente de Abel Ferreira).
Para a posição 10, temos várias opções. Esta sempre foi uma das posições mais fracas do Sporting, pelo menos após a saída de Matías Fernandez. No ano passado, foi entregue a André Martins que chegou a realizar algumas exibições de nível, mas não foi constante. Desta vez, quem deve agarrar esse lugar no 11 é, provavelmente, João Mário. Nunca duvidei deste luso-angolano de agora 21 anos formado no clube. Sempre foi um dos melhores da equipa B e sempre mostrou o suficiente para ser promovido à equipa A. Na última metade desta época, foi emprestado ao V. Setúbal, onde foi regularmente titular e onde chegou mesmo a ganhar o prémio de melhor jogador do mês. Tanto pode jogar a 10 como a 8, por isso, deve ser ele o escolhido para esta posição. Para além dele temos muitos outros jogadores disponíveis mas, dificlmente com tanta qualidade quanto João Mário. Ryan Gauld, jovem escocês de apenas 18 anos contratado por 3,7 milhões de euros e apelidado de "Baby Messi", é um deles. Com uma enorme margem de progressão, há grandes expectativas em relação a esta aposta de Bruno de Carvalho, ainda que não deva ser já titular. Esperemos que seja mesmo um "Gaulden Boy". Outro é Vítor Silva, adquirido ao Paços no último defeso, serviu para cobrir André Martins e nada mais. Das três, uma: ou fica a "apodrecer" na equipa B, ou é emprestado, ou vendido a título definitivo. André Martins, mais um. Deve ficar no clube, mas creio que era bom para ambas as partes se ele fosse emprestado. Depois ainda temos Shikabala (deve ser utilizado mais a extremo do que a 10), ou Iuri Medeiros (ainda não deve ter a sua oportunidade nos A's, apesar de a merecer).
Finalizando, acredito que o "novo" meio campo deva ser algo no mínimo perto deste, contando que não haja saídas de jogadores-chave como William ou Adrien nem entradas desnecessárias.

terça-feira, 15 de Julho de 2014

Preparando a nova época - Laterais


Os laterais são peças fundamentais para uma equipa, principalmente nas transições. Têm que ser rápidos e versáteis.
Felizmente, nestas posições, e tanto na direita como na esquerda, temos boas opções. Os laterais titulares durante toda a época passada foram Cedric Soares (à direita) e Jefferson (à esquerda) e ambos corresponderam às expectativas. 
Cedric é um jogador da casa, foi-se impondo aos poucos e cedo agarrou lugar na equipa principal. É titular desde a saída de João Pereira para o Valência, tirando alguns jogos em que o escolhido foi Miguel Lopes, e, na minha opinião, tem feito boas exibições que trazem confiança ao lado direito da nossa defesa. 
Já Jefferson, ex-Estoril, fez a sua época de estreia praticamente toda a titular e revelou-se um elemento muito importante neste Sporting. Após uma excelente época ao serviço do Estoril-Praia, o lateral-esquerdo foi um dos melhores jogadores do Sporting da época de 2013/14 contribuindo e bem tanto nos processos ofensivos como nos defensivos.
Para cobrir qualquer tipo de suspensão, lesão, fadiga, etc, Leonardo Jardim tinha ao seu dispor Iván Piris, lateral paraguaio que jogava em ambas as alas. O atleta, cedido pelo Deportivo Maldonado, ainda fez 8 jogos de leão ao peito, mas acabou por ser preterido das opções para a próxima época. Para o seu lugar, Bruno de Carvalho apostou no jovem André Geraldes, que fez a última metade da época ao serviço do Belenenses, emprestado pelo Istanbul BB. O lateral (que, tal como Piris, pode jogar nas 2 alas) foi escolha assídua pelos "Azuis", fazendo 12 jogos, 11 deles a titular. 
Ainda é falada, nos media, a possibilidade da contratação de mais um lateral-esquerdo para "competir" com Jefferson, o que, na minha opinião, não faz sentido. Temos jogadores com grande margem de progressão nas nossas escolas e talvez não fosse mal pensado começar a apostar mais neles. Para esta posição temos Mica Pinto, que, frequentemente, costuma ser opção na equipa B, e que vai integrar o plantel da equipa principal na presente pre-época. Para além disso, ainda há Marcos Rojo, se for necessário (mesmo sabendo que, no Sporting, joga a central), que faz esse papel muitíssimo bem, tal como o faz na seleção argentina.
Podemos, portanto, afirmar que não devem haver grandes alterações na constituição da equipa relativamente a este setor: Cedric e Jefferson devem-se manter no 11 titular (isto se não houver saídas), com o português André Geraldes a cobrir ambas as posições.

terça-feira, 8 de Julho de 2014

Preparando a nova época - Centrais


Uma dupla de centrais de qualidade é essencial para o sucesso de uma equipa. Traz segurança, confiança e estabilidade. No Sporting, e exceptuando a última época, nunca tivemos uma dupla de centrais assim.
Rojo e Maurício foram os patrões da defesa esta época, ficando Eric Dier para cobertura, e não desapontaram. Marcos Rojo, que já tinha agarrado este lugar na primeira época de leão ao peito, sempre me pareceu um pouco inexperiente, e sem qualidade suficiente. Mas todas, ou quase todas, estas incertezas desapareceram ao longo desta época. Rojo revelou-se um central de qualidade, mesmo jogando a lateral-esquerdo na seleção argentina e tendo mais experiência nessa posição. Fortíssimo no jogo aéreo, marcou 6 golos, mostrando assim a sua veia goleadora. Maurício, por sua vez, chegou ao clube sob um mar de pontos de interrogação. Quem seria este brasileiro proveniente do Sport Recife, equipa da segunda divisão brasileira? Sempre duvidei a qualidade do nosso "xerife". Mas, aos poucos e poucos, Maurício foi começando a justificar a aposta nele. Ainda que com uns erros aqui e ali, o número 3 leonino acabou por se manifestar num central de qualidade "quanto baste" para o Sporting. Apesar de tudo, também foi a sua primeira época na Europa, pelo que se pode dar um desconto. Para além disso, a sua garra é inegável, e é isso que se quer para a nossa equipa.
Ainda é uma incógnita a dupla que Marco Silva vai usar no onze titular, mas penso ser esta, a não ser que algum deles saia (e Rojo tem mercado...). De acordo com o que se tem noticiado, o Sporting anda à procura de um central (possivelmente para colmatar uma hipotética saída de um central), mas creio que não será preciso. Nos nossos quadros, ainda temos Eric Dier, Paulo Oliveira (contratado ao Guimarães) e Tobias Figueiredo (deve voltar a ser emprestado). Eric Dier (20 anos) é nosso bem conhecido: fez praticamente metade da época 2012/13 a titular (parte dela a médio, diga-se); tornou-se acarinhado pelos adeptos; foi aposta de Jardim na temporada seguinte, mas num sistema de rotação, provavelmente, o que lhe deve acontecer de novo. Paulo Oliveira, com 22 anos, tem uma grande margem de progressão; titular indiscutível no Vitória; já foi pré-convocado por Paulo Bento (coisa rara, a não ser que se jogue de vermelho); tem qualidade axiomática. Tobias Figueiredo, de apenas 20 anos, é outra produção da escola leonina; esteve emprestado ao Reus da Segunda División B espanhola; é o elo mais fraco entre estes 3, na minha opinião.
Contudo, julgo que a solução passa por escolher a dupla de centrais titular (Rojo e Maurício)  e uma alternativa de cobertura para uma eventual saída de um destes (contratação de um central minimamente experiente/Paulo Oliveira), e por escolher um jogador para jogar num sistema de rotatividade (Paulo Oliveira ou Dier, sendo o português a minha primeira escolha). Se Paulo Oliveira for mesmo titular, então manteria o Dier e emprestaria (ou despromoveria à equipa B) o Tobias. Se não, emprestaria Dier (para crescer, jogando com regularidade).