segunda-feira, 2 de março de 2015

Facadas nas costas


O Chelsea não goleou em Alvalade porque o Rui Patricio não deixou, mas as suas oportunidades foram semelhantes aos golos do Porto. O golo de Jackson para a Taça foi semelhante aos de hoje. Bolas nas costas, bolas nas costas, bolas nas costas, bolas nas costas. Até o Paços em Alvalade marcou desta maneira, Huntelaar na Champions, Bas Dost na Liga Europa. É sempre igual.

Mais mais que isto, irrita-me mesmo a sério haver sportinguistas que acham que tinhamos o dever de ter jogadores com a qualidade dos do Porto. Ainda não perceberam que não há dinheiro para contratar jogadores de topo? Ainda não perceberam que somos dos poucos em Portugal que vive com o que tem?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Simplesmente não deu


Simplesmente há noites em que definitivamente não dá... Os nossos rapazes criaram oportunidades para marcar de todas as formas e feitios, de resto: em bolas áreas e pelo chão, de bola parada e corrida, de fora da área e à boca da baliza. Seria até fastidioso estar aqui a enumerar todas as ocasiões de golo do Sporting esta noite, até porque não se está aqui para aborrecer ninguém.
Foi um Sporting com uma atitude muito positiva, a jogar em pressão alta e a não deixar que os alemães fizessem o jogo que fizeram em sua casa. A equipa de Marco Silva criou inúmeras oportunidades, só que pecou na finalização, um setor onde Benaglio foi enorme. Da nossa parte não temos nada a apontar a ninguém; todos os jogadores em campo estiveram excepcionais, seja os centrais a jogar de forma imperial, seja o meio campo a carburar aqui e ali, no ataque bons movimentos e boas desmarcações, só faltou mesmo metê-la lá para dentro.

As competições europeias do Sporting esta época deixam um sabor amargo. Na Champions superou-se as expectativas e custou ficar fora dos oitavos daquela forma. Penso até que aquele empate em Maribor, com aquele golo estúpido, foi o unico ponto baixo desta campanha europeia. Agora, na Liga Europa, perde-se uma eliminatória onde fomos inferior durante apenas 45 minutos em 180 de jogo.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Jefferson


Estas situações são “normais” de acontecer no futebol é preciso é direcções com os tomates no sitio pois há contratos assinados para cumprir. Por muito bom que um jogador seja, terá sempre de respeitar o contrato que tem com o clube.
Infelizmente estas situações são sempre difíceis de gerir, porque se o clube cede, amanhã aparecem mais 4 ou 5 a dizer que querem sair e a pressionar o clube, se o clube não cede e castiga o jogador, existe sempre o problema do assunto ser exposto na comunicação social. Mas invariavelmente, é o que tem de ser feito.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

3 regressos


De Nani, de Tanaka e das vitórias. E era basicamente deste último que precisávamos como de pão para a boca. A vitória foi justíssima frente a um Gil Vicente que apenas conseguiu dar luta na primeira parte, acabando por passar toda a etapa complementar recolhido no seu meio campo. Após uma série de boas intervenções de Adriano Facchini, Junya Tanaka inaugurou o marcador aos 52 minutos. No entanto, o momento da noite foi o golo de Nani, que fechou o resultado aos 69 minutos, com um remate indefensável de fora da área. Claramente, um golo para ver e rever.
O nosso conjunto foi dominador, teve mais bola e mais oportunidades de golo, mas a velocidade e a intensidade foram quase sempre reduzidas. Ainda assim, quando os melhores jogadores da equipa aceleravam a defesa do Gil tremia, valendo Adriano. A vitoria parece-me indiscutível, colocando alguma pressão no Porto para o derby no Bessa.
Dizer ainda que continuar a apostar no André Martins e no Capel é um manifesto erro. O médio tem técnica, mas falta-lhe tudo o resto para ser um jogador de uma equipa grande, logo parecia-me mais indicado ter dado a oportunidade a Gauld logo de inicio. Quando ao espanhol, teve direito a 20 minutos, mas voltou a não acrescentar o que se pede a um extremo. Cabeça no chão, pouca qualidade no passe e até a sua capacidade para acelerar parece ter desaparecido.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

"Muita fortes"


Jorge Jesus tem razão. Os homens do Benfica este ano estão “muita fortes”.
Pena é que os gajos que vestem a camisola vermelha não acompanhem os do Benfica… sempre se dava menos nas vistas.