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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Sporting para tótós


Principais frases da entrevista de Bruno de Carvalho à SportTv Live onde explica toda a poeira que se está a lançar sobre o nosso Sporting.

"Adeptos do Sporting não estão em festa, estão contentes"

"Estamos a conseguir aquilo que prometemos aos sócios, uma equipa que honrasse a camisola, que desse tudo nos treinos e nos jogos"

"É natural que os nossos adversários queiram colocar esse rótulo, candidato ao título, somos candidatos a vencer os jogos todos"

"O resultado contra o Benfica foi um resultado negativo, não ganhamos, é negativo."

"Na próxima época não temos problemas em assumir que temos vontade de ganhar títulos"

"Trabalhar com Leonardo Jardim é trabalhar com um grande treinador, aquilo que desenhamos para a nossa vida, estamos a cumprir"

"não fui para o banco pelo cheiro do relvado, nem tenho fetiche, nem é para dar indicações…tenho de perceber o grau de envolvimento da pessoas"

"Tudo isto seria perfeito se no mapa que apresentamos no jornal do Sporting estivessem a comissões… se não estão é porque não houve"

"todo aquele jogador que acha que tem razões para ir à FIFA, deve ir. E se for preciso damos o e-mail. Mas vamos deixar de palhaçadas"

"A primeira proposta para a compra do Ilori foi de 625 mil euros"

"ler o que o presidente sindicato dos jogadores falou sobre caso Bruma ainda antes da decisão CAP, penso em criar um Sindicato dos Clubes"

"Quem estiver em sintonia no plantel, tem no Sporting a sua casa, quem não estiver em sintonia tem no Sporting o seu local de trabalho."

"O Sporting definiu a verba para o Patrício, o Mónaco fez 1 oferta e nem se aproximou. Não há retaliação com o Jorge Mendes"

"Houve jogadores que iam parar à comunicação social e quase por milagre apareceram em clubes rivais. Estivemos de facto interessados no Pizzi"

"houve jogadores que não tiveram as atitudes mínimas para representar um clube como o Sporting"

"A Holdimo vai investir 250 mil euros no Atletismo"

"Vamos criar um mini estádio na Academia, para jogar a equipa B"

"Manuel Fernandes será sempre o meu eterno capitão, nunca me hei-de esquecer dos 4 golos ao rival…não é preciso chegarmos a este estado. O Manuel Fernandes merece o seu peso em ouro…mas o Sporting não tem esse ouro"

"Peço a todos os sportinguistas para não mal tratarem o Manuel Fernandes. Ele terá sempre ali a sua casa, mas nesta altura peço-lhe para se resguardar, que é o Sporting também está a fazer."


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Pim, pam, pum


Os papagaios vão caindo como tordos. Por entre comunicados certeiros a nossa direção lá vai pondo ordem na selva. O último caso foi o intrometido Joaquim Evangelista, dito defensor de fracos e oprimidos. Este senhor apressa-se sempre a criticar a politica organizacional do nosso plantel. Os jogadores recorreram ao sindicato? Não, então cale-se!
O Evangelista não está preocupado com casos semelhantes ou mais graves ao do Bruma no Porto ou no Benfica. Assim como os jornalistas não vão investigar ou colocar questões embaraçosas ao LFV ou ao PdC sobre essas questões. O Evangelista está habituado (como outros, e por exemplo o sector da arbitragem), a lidar com o Sporting como o parente pobre dos 3 grandes. É fácil ser forte com os fracos. Só que o paradigma mudou. O nosso presidente assegurou uma transição, baseada no mais profundo sportinguismo. E Evangelista, como muitos nos últimos tempos, acabam de contactar com uma nova e dura realidade: há Sportinguistas com tomates na liderança dos destinos do clube.

Mais um a abrir a boca


Godinho Lopes decidiu dar sinais de vida, e para dizer que estão todos a mentir. Reitera que não andou a varrer para debaixo do tapete e desmente o que se vem descobrindo agora.
Estou descansadíssimo. A gestão do Presidente Bruno de Carvalho demonstrou, nestes últimos meses, tudo o que prometeu na campanha. Nem imaginam o quanto é bom acordar todos os dias de manhã e saber e sentir que o nosso Sporting está bem entregue e que estão a ser defendidos os seus interesses acima de quaisquer outros. Há quantos anos não nos sentíamos assim?
Quanto ao resto, a procissão ainda vai no adro, com diz e bem o povo. Foram anos a e anos a “emprenhar” pelos ouvidos com as chalaças dos notáveis que só sacaram milhões do Sporting. Não querer ver isto é desonestidade intelectual, no mínimo. A justiça vêm a caminho, se fossem inteligentes estavam caladinhos…


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Finalmente os bons negócios!


O Sporting acabou por abrir mão de Bruma, a troco de 10 milhões de euros no imediato, podendo o bolo subir até aos 13 milhões, caso se concretizem determinados objetivos. Se essas metas foram alcançadas e o Galatasaray acabar por pagar os tais 13 milhões, o negócio renderá qualquer coisa como um milhão por cada jogo que o atacante realizou a temporada passada pela equipa principal. Esta foi uma solução milionária que se encontrou para este caso. Excelente, convenhamos, considerando que Bruma tentara a rescisão e que estava a menos de meio ano de poder comprometer-se com outro clube, aí sim, sem contrapartidas para a SAD de Alvalade.
Não só Bruma rendeu, mas também Tiago Ilori, rendendo aos cofres cerca de 20 milhões de euros no total.
A meu ver, dois dos melhores negócios que o nosso clube conseguiu ao longo da sua história, tendo em conta as idades, situações contratuais e valores dos atletas, assim como as verbas envolvidas. Certamente que se levantarão vozes a afirmar que Bruma e Ilori poderão valer mais no futuro, e não é de descurar essa hipótese, mas essa possibilidade não passa disso mesmo, numa altura em que Bruno de Carvalho quer garantir certezas bancárias. Os dois internacionais sub-20 são isso mesmo, internacionais sub-20 ainda, com pouco mais de uma dezena de jogos oficiais pela equipa principal cada um, sem qualquer experiência nas seleções de sub-21 e muito menos nos AA. Vender um jogador como o extremo de origem guineense, com um currículo ainda tão curto e em último ano de contrato, por 12 milhões, é um autêntico achado! E há que ter em conta que esta promessa pode prometer (passo a redundância) ser um novo Nani ou Cristiano Ronaldo, mas nada garante que não possa ser um novo Yannick Djaló ou Pereirinha...
Já o novo defesa-central do Liverpool ainda tinha contrato até 2015, mas para além de ainda ser uma promessa, joga numa posição na qual os clubes costumam gastar menos do que o que gastam do meio-campo para a frente. A verba usada neste negócio é também rara tendo em conta o percurso do atleta, que ainda tem muito (diria quase tudo) a provar.
Situação diferente é a de Rui Patrício, dono da baliza do Sporting desde 2007 e de Portugal desde 2010, com provas dadas e qualidades reconhecidas pela Europa. Com 25 anos, numa altura em que nenhum clube de topo desespera por um novo guarda-redes e até se avizinha um Campeonato do Mundo, com hipótese de valorização, é uma excelente estratégia mantê-lo em Alvalade mais uma época.
Em suma, três grandes negócios!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Fredy Montero finalmente oficial


Ontem foi dia de apresentação de Fredy Montero em Alvalade como reforço do nosso Sporting para a nova época. O avançado colombiano não escondeu a felicidade por chegar ao clube e falou no sonho de conquistar o campeonato nacional.
«Estou muito feliz e orgulhoso por ter chegado a este clube, um grande de Portugal. Vou tentar empurrar a equipa para ganhar jogos. O presidente deu-me confiança para ficar neste grande clube e vou tentar mostrar o meu talento e tudo o que tenho como jogador», disse.
Bruno de Carvalho adiantou que Montero terá um contrato de 5 anos e terá clausula de 60M. À partida o jogador terá custado 2,5M e vestirá o nº17 no dorsal.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Altura para mudar


Bruno de Carvalho tem como objectivo principal, reconstruir o Sporting a nível financeiro e só depois pensar nos troféus. Equilibrar as contas e formar uma equipa coesa, de modo a que as condições fiquem criadas para aparecerem os títulos. Mas para tal coisa acontecer, é preciso arrumar a casa. Jogadores como Bojinov, Elias e Pranjic têm que ter um futuro certo fora de Alvalade. O salário que auferem é demasiado elevado para andarem de empréstimo em empréstimo, e com o interesse de alguns clubes nos seus serviços, seria sempre uma boa maneira de entrar dinheiro nos cofres. Depois de arrumados esses dossiers, haveria mais espaço para procurar no mercado, jogadores que realmente conseguissem satisfazer os desejos do treinador e do clube.
Outro aspecto importante, é a reestruturação financeira e a entrada de investidores. Parece que o Sporting finalmente arranjou alguém com a capacidade necessária de o fazer erguer uma vez por todas. Como é óbvio, não será num ou dois anos que o conseguirá fazer, mas como já dizia Paulo Bento é preciso ter “tranquilidade”. Quanto aos investidores, não foi nada que o presidente não tivesse prometido em campanha eleitoral. Estando a reestruturação em andamento, os investidores, tal como prometido, começarão a colocar dinheiro no clube.
Só tenho pena que Bruno de Carvalho não tenha aparecido mais cedo, pois evitaria tal situação que o clube anda a viver no seu dia-a-dia. É triste ver pessoas que não se lembram de quando foi o ultimo titulo importante que chegou a Alvalade, de chorarem por causa da situação em que o clube se encontra e pelo facto de serem gozados na escola e na rua. O Sporting tem que voltar a ser motivo de orgulho, tal como é o Benfica para os Benfiquistas e o Porto para os Portistas. É a altura ideal para mudar!
Mas não será apenas o presidente que terá influência no futuro do leão. O treinador e a estrutura do futebol também serão fulcrais para o desenrolar da história da equipa sénior. Leonardo Jardim terá dois anos garantidos, para tentar colher frutos com a sua equipa. Dois anos garantidos por Bruno de Carvalho, onde terá os recursos possíveis ao seu dispor e poderá escolher (dentro do orçamento do clube), com Augusto Inácio e o presidente, os futuros jogadores que irão representar o Sporting Clube de Portugal.
O clube enfrenta a pior crise de sempre, mas tem tudo para voltar a erguer-se. Conta com um presidente que sabe o que faz, uma estrutura relativamente interessante e jogadores cheios de talento, que poderão oferecer muitas alegrias aos adeptos. É tempo de mudar, e felizmente para o clube, a mudança chegou em boa hora.

domingo, 30 de junho de 2013

Reestruturação aprovada


Os sócios, reunidos este domingo em Assembleia Geral, aprovaram a reestruturação financeira preparada pela atual direção. Numa reunião magna realizada no Pavilhão da Ajuda, em Lisboa, os associados votaram favoravelmente o ponto 2 da Assembleia Geral. Foi uma vitória esmagadora de Bruno de Carvalho: o plano de reestruturação do nosso presidente recolheu os votos de 1206 sócios a favor, 12 contra, 13 abstenções e 5 nulos. Foi portanto uma vitória com cerca de 97,3 por cento dos votos 1351 sócios e dos 8214 votos correspondentes.
Antes da votação, Bruno de Carvalho falou duas vezes e de ambas recolheu um enorme aplauso da sala, o que indicava que a reestruturação seria aprovada. Na radiografia feita ao momento do clube, foi dito que vão entrar dois investidores novos, que se juntarão à Holdimo entre os novos acionistas.


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Situação de enquanto


Analisando estes dias difíceis e complexos que o Sporting atravessa neste momento, concluo que há duas linhas de força que podem permitir uma melhor compreensão do que se passa:
1ª – A Direcção, no essencial, controla o processo de reorganizativo da equipa profissional e procederá de acordo com o timing adequado aos interesses do Sporting;
2ª – Há uma espécie de cerco ao Sporting liderado por empresários e estruturas dominantes do “sistema” que pretendem frustrar todo o trabalho levado a cabo pela Direcção, de acordo com os seus interesses, claro.
Penso que a realidade está mais perto da 2ª hipótese do que da 1ª hipótese. Se assim for, o Sporting trava uma luta de morte com determinados interesses que se alimentam do “status quo” que vigora actualmente no futebol. É uma guerra em que não podemos ser derrotados sob pena de terríveis consequências para o futuro do Clube.
Neste caminho enxameado de pedras, a margem de manobra da Direcção é mínima e a condução deve ser, simultaneamente, pragmática e arrojada, ousada e calculista. O importante é o engrandecimento do Sporting e a sua afirmação no contexto desportivo nacional e internacional. Assim, não é tão relevante para mim se o Rui Patrício vai para o Porto, para o Benfica ou outro lado, se o Ilori fica ou sai e por aí fora. Crucial é a realização de bons negócios que reforcem o Sporting, estanquem a hemorragia financeira e permitam a reestruturação da equipa de futebol. Se for necessário engolir um exército de sapos… engolimos, obviamente.
E engolimos porque o que está em causa é a sobrevivência do Sporting Clube de Portugal enquanto grande potência desportiva e, em tempos únicos, a boa gestão envolve doses equilibradas de racionalismo e de cinismo. Chegará o dia em que aqueles que agora vomitam postas de pescada terão de nos vir comer à mão. Então, sentar-nos-emos numa cadeira e, com o melhor dos sorrisos, damos-lhes o troco!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

VIVE SPORTING: Um tiro num pé!

VIVE SPORTING: Um tiro num pé!
As coisas estão a ser trabalhadas e o que sabes é o que vem escrito em jornais sem qualquer fonte ou confirmação por parte do CD do SCP. Tudo será apresentado em AG e lógico que terá de ser aprovado pelos sócios. Não acho que neste momento decisivo para a equipe agente deva desviar atenções para algo que pode perfeitamente ser discutido e apresentado após o final do campeonato.
Quanto a dizeres que não acreditas que haja investidores, deixa-me só dizer uma coisa foi celebrado um acordo com a banca cujo moldes e contornos ainda falta conhecer e aprovar, e realmente achas que anda-se a brincar aqui? que alguém se candidata sem ter garantias? que a banca faz um acordo sem que isso seja assegurado?
Acho que tens todo o direito em questionar o quer que seja e fazes muito bem em fazê-lo pois é algo que se fosse feito com igual empenho no passado talvez hoje não tivéssemos na situação delicada que nos encontramos.
 Não venho aqui defender cegamente a direção, nem o vou fazer. Mas parece-me excessivo o teor das tuas dúvidas, mas lá está é sempre bom quem as tenha.

Saudações Leoninas

3 semanas de Bruno


A conferência de imprensa de dia 10 serviu para comunicar com 4 "massas" diferentes; Adeptos e Sócios, Comunicação Social, Funcionário(a)s da SAD e Clube, e Banca. A realidade é que qualquer uma destas 4 "target audiences" ficou convencida que o presidente do Sporting se dirigia apenas a eles e consequentemente, “digeriram” a CI pelo seu "Face Value", por essa razão muitos jornalistas saíram da mesma CI desiludidos ou até ofendidos. Mas, este presidente é muito inteligente, a CI não passou de uma estratégia negocial para pressionar a banca (Ricardo Salgado) e afastar Ricciardi das negociações, embora, num plano secundário também foi um "toca a reunir" para a massa adepta e um "chega para lá" para a imprensa.
Não acredito que este presidente entre por "desabafos" em público ou que diga seja o que for perante a imprensa sem pensar bem em quais vão ser as consequências ou quais vão ser os "danos colaterais" dessa estratégia, seja ela aparentemente mais ou menos "emocional". Obviamente, que quem conhece bem o Presidente percebe qual foi o seu propósito (e funcionou) e quem não o conhece pode julgar mal ou apenas assimilar aquilo que eles entendem ter sido direcionado para a sua "target audience".
Até agora, ao fim de 3 semanas eu avaliaria a Presidência de BdC com um 8 numa escala de 1 a 10, mas não obstante não lhe dar um 9 ou um 10, em retrospectiva não sei se eu teria feito algo diferente, apesar de poder não receber com um sorriso tudo o que tem dito, mas na globalidade está de parabéns.
O presidente tem que se rodear de pessoas competentes e depois tem que fazer algo muito importante, tem que saber ouvir essas pessoas. Que Bruno de Carvalho tem perfil de líder ninguém questiona, e a última decisão será sempre dele, mas tem que se rodear das pessoas certas e tem que confiar nelas (senão não vale a pena). Se quer optar por “Presidencialismo” em todas as áreas, então que o faça mas que esteja sempre bem aconselhado e que saiba ouvir.
As 3 prioridades prementes nesta administração passarão sempre por; 1) Pagar os ordenados, 2) Chegar ao fim de 19 de Maio em 4º ou 5º lugar, 3) Reestruturar a organização Sporting. Neste momento, Bruno de Carvalho com a sua audácia e “know-how” reuniu as condições para poder resolver todas as 3 prioridades, o resto virá por acréscimo, não tenham dúvidas, o mais importante já está solucionado. Agora segue-se uma forma economicamente racional de gerir a empresa Sporting.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Banca chega a acordo com o Sporting Clube de Portugal



Já foi comunicado à CMVM pela SAD do Sporting, o alcançar de um acordo relativamente à reestruturação financeira do clube. É cedo ainda para fazer mais comentários sobre este assunto que tem inquietado os Sportinguistas nos últimos dias, mas diria que o pior já passou. Mal estamos nós quando a vontade de discutir, futebol, opções tácticas e contratações é abafado pelas discussões de cariz económico/financeiro e a possibilidade (ainda que bastante remota) de vermos o nosso clube do coração desaparecer tal como o conhecemos.

Entristece-me de sobremaneira a necessidade de ter de ser praticamente formado em economia para poder debater sobre o meu clube e o seu futuro, e talvez também por isso, aliado ao pouco tempo que me deixam os compromissos profissionais e familiares, tenho postado muito pouco neste espaço durante esta época inenarrável.

Podemos agora finalmente desanuviar um pouco, mas desengane-se quem achar que tudo está bem, porque como o nosso presidente disse e muito bem na última conferência de imprensa, ambas as partes iam ter de fazer cedências, e nenhuma iria ficar satisfeita. Espero que pelo menos num ponto Bruno de Carvalho não tenha sido forçado a recuar, e que leve até às última consequências, a auditoria de gestão que todos os (verdadeiros) Sportinguistas pretendem.

CR

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Acima de tudo, respeito!


Tenho visto um pouco á distância os últimos acontecimentos á volta do nosso Sporting. Estes envolvem Bruno de Carvalho, bancos e papagaios. A imprensa tem dado um destaque fantástico a tudo isto, contribuindo para espalhar a desconfiança entre os sportinguistas. Para ajudar, aparecem ainda os papagaios que saem da toca para vir palrar acerca de coisas que nada sabem. Aliás, nada de novo... 
Em foco estão as palavras do Sr. Carlos "Coerente" Barbosa. Para além de difamar o atual presidente, desrespeita a instituição de que se diz adepto. 
Bruno de Carvalho é o presidente de todos os sportinguistas; se não se vê como tal, pode mudar de clube, já que antes preferimos garotos a ladrões.

sábado, 6 de abril de 2013

Quem verdadeiramente mandava no Sporting

Entrevista de Daniel Sampaio ao DN
Quando a sua Mesa da Assembleia Geral (MAG) foi eleita numa lista diferente da do Conselho Directivo (CD) de Godinho Lopes sentiu que o mandato ia ser intranquilo?
À partida não era bom, mas no primeiro ano os dois órgãos trabalharam bem. Nesse período fez-se a revisão dos estatutos, o regulamento eleitoral, houve reuniões de trabalho e o Sporting não estava na situação má em que esteve depois no segundo ano do mandato. Houve, no entanto, o episódio da destruição dos votos. Foi feita antes do prazo e comunicada pelo telefone.
Quem fez essa comunicação?
Godinho Lopes a mim – nessa altura ele não se dava muito bem com Eduardo Barroso (ndr. Presidente da MAG). Disse-me que ia destruir os votos e eu respondi que tínhamos que ver. Consultei os juristas da MAG e eles responderam-me que o prazo corria. Telefonei a Godinho Lopes e os votos já tinham sido destruídos. A MAG nunca falou sobre isso porque não queria desestabilizar. Foi o vice-presidente Paulo Pereira Cristóvão que avançou para essa situação. Aí começou uma posição de desconfiança em relação ao vice-presidente, mas por uma questão de lealdade institucional ficámos em completo silêncio. Só em dezembro tomámos posições mais públicas de crítica ao CD.
E internamente quando adotaram essa posição mais crítica?
Em meados de 2012… o CD nas reuniões que mantinha connosco e com o Conselho Fiscal (CF) funcionava de forma interessante; o presidente falava durante uma hora seguida. Falava de milhões sobre coisas que percebíamos que não tiniram uma sedimentação rigorosa. Nunca vi membros do CD emitirem uma posição significativa sobre o Sporting. Ele falava sozinho, passava o tempo e a reunião acabava.
Depois houve o caso Cristóvão.
No qual houve uma grande divergência entre a MAG e o CD. Tive uma conversa com esse vice-presidente que é hoje arguido e que muito me inquietou. Nessa conversa comunicou-me que espiava os jogadores.
Comunicou-lhe isso assim?
Estava com os meus netos a pedir autógrafos aos jogadores junto dos carros deles onde estavam as mulheres e namoradas, e de uma forma surpreendente para mim veio ter comigo contando-me episódios da vida íntima dos jogadores e mostrando-me mensagens entre um jogador e a sua namorada. Posto isto alertei o presidente.
O que lhe disse Godinho Lopes?
Disse que todos os clubes faziam isso. Eu disse que não acreditava que todos os clubes vão ao ponto de saber as relações íntimas, e estou a falar de relações afectivas e sexuais, e que isso seja motivo para um vice-presidente ter mensagens da vida íntima dos jogadores. Foi-me mostrado no telemóvel do vice-presidente a mensagem de um jogador para a sua namorada e a resposta dela. Nessa mesma conversa o vice-presidente disse-me que havia um jogador que tinha uma relação extraconjugal. A expressão que utilizei foi que “quero é que eles joguem bem, com quem dormem não me interessa”. Respondeu-me que estava a proteger os activos. Avisei Godinho Lopes, que para além da resposta de que todos os clubes fazem isso, disse-me que era o primeiro a chamar atenção para isso.
Concluiu que Godinho Lopes estava a par disso?
Evidentemente e achou aquilo perfeitamente natural. Depois rebentou o caso Cardinal. A MAG teve um almoço com Godinho Lopes. Aí dissemos que a situação era grave e que o Sporting devia constituir-se assistente do processo e que o vice-presidente devia sair, porque estava sob suspeita. Foi-nos respondido que ia haver uma reunião do CD para analisar a situação, na qual não se demitiu. Isto foi evoluindo, o vice-presidente acabou por se demitir devido a outros crimes que não tinham a ver com o caso Cardinal e nós insistimos que o Sporting devia constituir-se como assistente e encarar a possibilidade de pedir uma indemnização. A resposta foi negativa e a partir daí as relações degradaram-se.
Conte-nos lá o processo da polémica AG que não se realizou?
No início de janeiro surgiu o requerimento. Mas a verdade é que nós podíamos ter convocado a AG através do nosso presidente Eduardo Barroso. A MAG do ponto de vista estatutário pode ser ela a requerer uma AG de destituição. Nunca o fizemos por uma questão de lealdade institucional. Dissemos que nunca o faríamos mas se um grupo de sócios o quisesse fazer nós tínhamos que analisar as condições. A 2 de janeiro, com as assinaturas a correr, pedimos uma reunião ao CD em que dissemos que uma das soluções que podia haver passava pela demissão do CD para que não houvesse uma AG de destituição.
Quando percebeu a intransigência de Godinho Lopes em demitir-se e falar com membros do CD?
Isso foi-nos sugerido por Abrantes Mendes, que tinha passado por um cenário igual no tempo de Jorge Gonçalves. Fizemos contactos, que não eram ao acaso, Aureliano Neves e Rui Paulo Figueiredo disseram-nos várias vezes que se queriam demitir. Eu próprio falei com Daisy Ulrich. Disseram que iam pensar. Entretanto, a MAG tem contactos com os bancos credores… Sim, pedimos audiências oficiais ao BCP e ao BES. Aí a conversa com José Maria Ricciardi foi institucional. O que ele nos disse em janeiro era que a reestruturação não estava feita, mas que ia ser feita. Ele sempre foi contra a AG porque considerava que ia interromper a reestruturação. Não havia reestruturação, havia projectos. A 25 de janeiro fomos recebidos no BCP pelo seu presidente, Nuno Amado, que nos disse que não havia reestruturação nenhuma. E mais, garantiu-nos que o BCP só colaborava com a reestruturação com tudo escrito, quer com o atual presidente, quer com o futuro se houvesse eleições. “Não vamos continuar a dar apoio ao Sporting sem um plano de reestruturação completamente escrito com o apoio do CF do Sporting, o atual ou o futuro”, disse-nos Nuno Amado. Nesse dia percebemos que o principal credor do Sporting, que é o BCP e não o BES, acabava de nos dizer que não havia reestruturação nenhuma. Era uma mistificação do CD, que numa reunião em dezembro nos chegou a dizer que a reestruturação iria ser feita até final de dezembro.
Godinho Lopes queria perpetuar-se no poder?
Não tenho dúvidas. Fez tudo para que a AG não se realizasse. Ele tinha a certeza que ia ser destituído.
Na conferência de imprensa sobre o funcionamento da AG foi atingido com ovos…
Fui avisado de que devia colocar um polícia à paisana. Através dos meus contactos um sócio do Sporting, o Comissário Pinho, foi assistir à paisana. Foi a nossa sorte. Na primeira parte, com os jornalistas, correu bem. A segunda parte era com os sócios. Estávamos no auditório e tínhamos solicitado aos serviços que identificassem os sócios. Essa identificação não foi feita. Depois começaram os insultos e os palavrões e sete ou oito indivíduos levantaram-se e atiraram ovos. O Comissário Pinho barrou a saída, pediu reforços e as pessoas foram identificadas. Foram sete pessoas identificadas que eu não sei quem são. E o processo seguiu para a polícia e para o DIAR Depois constituí-me assistente do processo e tenho também uma investigação particular para acompanhar o processo.
Foi aliciado para ser presidente do Sporting?
Aliciado não, fui convidado. A história do golpe de estado radica em duas reuniões que existiram e que mostram como o Sporting funcionava. A 5 de janeiro houve um encontro em que se falou de vários problemas do Sporting.
Quem esteve nesse encontro?
Pedro Baltazar, Alexandre Patrício Gouveia, Eduardo Barroso, eu, Rui Morgado e Luís Natário [ambos elementos da MAG]. Nessa reunião, e era assim que funcionava o Sporting e eu espero que nunca mais funcione assim, as pessoas disseram: Estamos em contacto com José Maria Ricciardi [presidente do BES Investimento] e temos que ver como vai ser o futuro do Sporting, isto não pode continuar assim. Aí foi combinado um jantar a 8 de janeiro na casa de Eduardo Barroso.
Quem estava presente?
Eduardo Barroso, eu, Luís Natário, Rui Morgado, João Sampaio, José Maria Ricciardi, Alexandre Patrício Gouveia e Pedro Baltazar.
E nesse jantar o que se passou?
Falou-se da AG, na qual o CD podia ser destituído e que ia haver eleições a seguir. E as pessoas perguntavam: “O que é que vamos fazer ao Sporting?”. Falámos de cenários, podia haver listas, não haver, uma comissão de gestão e falaram-se em 17 nomes para essa comissão.
Pode revelar alguns?
Vera Jardim, Rocha Vieira, Rui Vinhas da Silva, Abrantes Mendes, Soares Franco, Artur Torres Pereira, etc.
E o que se decidiu?
Nesse jantar soube histórias espantosas. Um pequeno grupo é que designava o presidente ideal. Quando se diz que é o candidato da banca devo dizer que é o candidato de um banqueiro.
Refere-se a José Maria Ricciardi?
Com certeza. Nesse jantar ele dizia que eu era a pessoa ideal para ser o presidente do Sporting. E até me foi oferecida uma remuneração… a combinar.
Foi José Maria Ricciardi que o convidou para ser presidente do Sporting?
Claro, foi ele que me convidou. E foi ele que me contou que com José Eduardo Bettencourt procedeu-se da mesma maneira; havia nomes e um grupo escolheu José Eduardo Bettencourt.
Foi assim também com Godinho Lopes?
Com Godinho Lopes foi diferente. Andavam à procura de uma pessoa e Godinho Lopes foi ao BES ter com José Maria Ricciardi para lhe dizer que queria ser presidente. E José Maria Ricciardi considerou-o uma pessoa válida. Isto é aquilo que não pode voltar a acontecer no Sporting, felizmente não aconteceu agora, porque todos os candidatos criticaram a gestão anterior e ganhou o candidato, que não entrou, seguramente, nestes jogos de bastidores. Porque não era o candidato favorito destas pessoas. Pelo contrário, as pessoas que estiveram nesse jantar disseram que era uma pessoa sem perfil para ser presidente do Sporting.
Esse grupo queria encontrar alguém que fizesse frente a Bruno de Carvalho?
Claro, o convite a Daniel Sampaio tem a ver com isso, porque sabiam que eu era da lista de Bruno de Carvalho há dois anos. Sabiam que ia ser difícil para Bruno de Carvalho combater-me, porque temos uma relação muito cordial.
Como é que o tentaram convencer?
Nesse jantar José Maria Ricciardi disse que já tinha contactado investidores, que tinha o meu nome aceite pelos investidores e aprovado por um grupo de notáveis do Sporting. Rejeitei por duas razões. Primeiro porque não tenho disponibilidade nem conhecimentos. Segundo porque achei o processo terrível. Como se escolhe um presidente desta maneira, sem programa, sem saber o que a pessoa verdadeiramente pensa só porque é uma pessoa conhecida e que se pode opor a um candidato do povo do Sporting? Recusei, uns dias depois José Maria Ricciardi telefonou-me a insistir nesta situação e eu tomei a recusar. Eduardo Barroso chegou a ser convidado para presidente da MAG…
Na sua hipotética lista?
Sim. Como recusei pensou-se numa alternativa, a tal comissão de gestão, e foi-me perguntado, por José Maria Ricciardi, Pedro Baltazar e Alexandre Patrício Gouveia, se eu podia presidir essa comissão. Todos estavam desejosos que aceitasse. Não fechei completamente a porta, por uma questão de serviço ao Sporting. O que transpareceu é que estava a organizar uma comissão de gestão e a protagonizar um golpe de estado contra Eduardo Barroso.
Sentiu que os notáveis tinham medo de que Bruno de Carvalho fosse eleito presidente?
Medo? Eu diria pavor.
A quem se refere?
José Maria Ricciardi, Godinho Lopes, Nobre Guedes. Várias vezes nos disseram que se Bruno de Carvalho fosse eleito o Sporting acabava. O novo presidente vai ter uma prática diferente. Pode correr mal, mas espero que corra bem. Vai cortar a direito, vai poupar, não vai ter luxos e, sobretudo, vai estar com os sócios. Tem um enorme significado ter-se sentado no banco. Vai ter uma ligação com os jogadores e os sócios diferente. Não se pode ter a relação distante que Godinho Lopes tinha com os jogadores e o desprezo que tinha pelos sócios. A elite do Sporting tinha um profundo desprezo pelos sócios.
Com Bruno de Carvalho significa que essa elite deixou o Sporting?
Espero que sim e para sempre. O Sporting tem que voltar-se para uma matriz popular. O Sporting tem na sua génese uma coisa terrível, ter sido fundado por um visconde. E isso faz com que seja para algumas pessoas um clube elitista.
A elite vai dificultar a vida a Bruno de Carvalho?
Já andam a dizer que vai durar três meses. Cá estarei para denunciar essa elite, quero essa elite varrida do Sporting. Tudo farei para que não tenha novamente acesso ao poder.
Eduardo Barroso disse: “Estou farto de castas de pseudo dirigentes, verdadeiros terroristas de fato e gravata”. Quem são esses terroristas?
Pessoas ligadas ao CD e Conselho Leonino (CL). Até 23 de março o Sporting foi dominado por um pequeno grupo de pessoas bem-falantes, que estão afastadas dos sócios do Sporting. E explico. Godinho Lopes propôs-me que chegasse junto dos miúdos do movimento e dissesse para eles retirarem o requerimento. E eu respondi “ó Luís não vou fazer isso. Não trato nenhum sócio do Sporting por miúdo, são pessoas licenciadas e respeitadas, depois são apenas o rosto dos 800 ou mais sócios que subscreveram o requerimento. Não vou pedir para retirar nada”. Estas pessoas pensam assim dos sócios.
Os sócios não mandavam no clube?
Até 23 de março não mandaram. Havia um desprezo total, visível em várias AGs. As propostas dos sócios eram sublinhadas com sorrisos e apartes de membros do CD. Havia um desrespeito pela opinião dos sócios que fosse diferente da deles. No CL a mesma coisa. As intervenções dos conselheiros eram por que razão não tinham acesso ao croquete. Uma verdadeira vergonha.
Já percebi que acha que Bruno de Carvalho está a devolver o clube ao povo. E aos títulos?
Aos títulos não sei. Sem promessas, devemos dizer que nos vamos esfarrapar para ganhar. O Sporting só tem uma solução: matriz popular. Devolver o Sporting aos sócios, ouvi-los, transformar o CL num órgão de trabalho ou, então, extingui-lo. Votei em Bruno de Carvalho, mas tem que provar. Daqui a um ano posso ter uma má opinião, mas ele vai ter uma prática diferente. É um homem do povo, não é um marquês. Estou farto de sportinguistas de consoantes dobradas que deram cabo do clube.
Isto é um autêntico serviço público do mais alto nível, pelo bem do Sporting Clube de Portugal! O que o Daniel Sampaio denuncia é muito importante, não por ser uma novidade, mas por dizer publicamente aquilo que, apesar de já toda a gente saber, nunca alguém com responsabilidades tinha dito, e sobre o qual muitos “notáveis” ridicularizam e diziam ser uma teoria da conspiração inconcebível. Toda a gente devia ler isto. TODA A GENTE. Incluindo os nossos rivais. Este não é um retrato do que foi um Sporting, mas sim do que é o nosso país.
Fraude, ilegalidade, incompetência, crime, cumplicidade criminosa, mentira, MÁFIA, desprezo pelos sócios… 
EIS ENFIM REVELADO O “PROJECTO” ROQUETE EM TODO O SEU ESPLENDOR!
Quem era o verdadeiro dono do Sporting era Ricciardi. O que fará ele agora que já não tem o controlo no clube? Parace que tem problemas maiores a resolver neste momento: http://economico.sapo.pt/noticias/ricciardi-e-arguido-nas-privatizacoes-da-edp-e-ren_165652.html
Entenderam agora porque o Bruno de Carvalho disse que o Sporting é nosso outra vez?

sábado, 23 de março de 2013

Bruno de Carvalho é o novo presidente!


Mais de seis horas depois de terem encerrado as urnas, Eduardo Barroso anunciou na sala de imprensa o nome do nosso 42.º presidente, Bruno de Carvalho, embora ainda não seja oficial. Isto porque os resultados ainda não são definitivos, uma vez que só na terça-feira serão conhecidos todos os votos por correspondência, e a MAG não foi capaz de assegurar que os votos por correspondência que faltam não vão vão influenciar o desfecho das eleições. 
As primeiras palavras de BdC foram: «Os sócios mostraram que queriam uma mudança, mas temos de esperar até terça-feira. Os sócios foram claros, é um orgulho sentir esta responsabilidade. Serei sempre um representante deles. Tudo farei para servir o Sporting. Era importante termos esta unidade. Primeira atitude é reunir com Jesualdo e com as entidades bancárias. Já louvei a atitude dos sportinguistas e das listas todas.»

Ninguém sabe se Bruno de Carvalho vai conseguir juntar os cacos e encontrar a "cola" suficiente para refazer o que foi desfeito nos últimos anos.
Foi uma noite longa, por vezes monótona, mas cheia de adrenalina na parte final, com a RTP a levantar a taça da reportagem.
Fantástico o momento em que, no exterior do estádio, Bruno de Carvalho juntou os adeptos e fez o seu primeiro discurso à nação. É o grande momento da noite eleitoral.

Está nas nossas mãos!


O voto nunca foi tão importante.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Dia de reflexão


A campanha chegou virtualmente ao fim depois de muitas movimentações e muitas palavras. Carlos Severino, José Couceiro e Bruno de Carvalho são os homens que os sportinguistas vão escolher acreditando num corte deste presente negro. Não houveram grandes nomes nem grandes trunfos, pois os candidatos optaram mais por divulgar as suas pretensões para tirar este Sporting do buraco. Caberá a cada sócio decidir qual o projeto que mais lhe agrada para que isso aconteça.
Ontem houve um ultimo debate onde se clarificou melhor a posição dos 3 que amanha vão á chapa. Couceiro revela ser conhecedor do futebol e das estruturas em si envoltas; o problema é que isso não chega para um presidente e além do mais não se conseguiu descolar do rótulo de continuidade. Carvalho mostra liderança e saber em relação ao estado financeiro atual do clube; porém o facto de poder ser inexperiente e pouco estar ligado aos meandros do futebol poderá custar-lhe votos. Carlos Severino por outro lado confirmou-se como outsider tendo um projeto pouco explicito.
Para trás fica Godinho Lopes que compete com JEB como pior presidente da história do clube. E para trás também esperam os sportinguistas, que fique esta fase negativa.

quarta-feira, 20 de março de 2013

O essencial do primeiro debate


Carlos Severino:
"Sporting perdeu gás quando investiu de forma descontrolada. Mas o Sporting tem tudo para ser feliz. Jogadores estrangeiros que vieram não tem qualidade e fizeram do clube um entreposto"

"Temos três anos para assumir que o Sporting pode ser campeão, com uma equipa assente na formação e verdadeiros reforços. Não estamos em Pongolle ou Bojinov. Para além das soluções bancárias, temos esta solução que ninguém tem (acordo com Cruyff Football)".

"Tenho apoio de entidades financeiras, desportivas, que vão investir nos nossos valores. Isso trará mais-valias ao clube. Temos falado na redução para metade do orçamento, que é de 42 milhões. Desde já garantimos que isso será reduzido para metade. E teremos um teto salarial"

"Vamos reunir amanhã com um elemento do BES e fiquei agradado pelo facto de ele ter dito que me tenho debatido para resolver os problemas. Os bancos não tem recebido um cêntimo ao longo dos anos. O Sporting gasta 5 milhões por mês e recebe um milhão. O BES disse que este princípio, o nosso, é o mais correto. Vamos propôr alargamento de prazos e aumento de spreads. Nem sabemos ao certo quem são os jogadores do Sporting...."

"Temos também dois bancos portugueses interessados, mas não posso divulgar os nomes. Essas entidades só podem aparecer se ganhar. Os bancos portugueses financiam os 25 milhões. Amanhã falaremos então com o BES para perceber se eles estão interessados em participar na reestruturação e financimento. Estaremos abertos a negociar"

"Os bancos não estão interessados em entrar no capital da SAD mas nós temos parceiros interessados. Podemos também dispersar o capital nos sportinguistas. Temos essas propostas".

José Couceiro:
"Quem é candidato à presidência tem de ser responsável. Por isso tive de conversar com os credores. Mas não estabelecemos todos os contactos. O Sporting prometeu sempre um ciclo virtuoso e entrou num ciclo vicioso. Aumentámos os valores da massa salarial para valores excessivos. Não há condições para ter uma conta de exploração equilibrada e, por isso, perdeu credibilidade no mercado"

"O Sporting está numa situação crítica. Não podemos aumentar o capital, nos moldes em que são feitos. Quando admito a perda da maioria do capital este faz-se com um acordo parasocial. Não podemos deixar que o Sporting fique prejudicado, se isto for tomado de forma excessivamente liberal"

"Investidores são estrangeiros. Mas o importante é que haja capital e não saber quem são, de forma a ultrapassar esta situação. Não é a nacionalidade da operação mas sim a sua credibilidade. Nesta negociação, temos de alargar os prazos e a banca sabe disso. A banca é um parceiro. Se entrarmos em insolvência, todos perdem. A UEFA quer um grande exemplo e, de todos os que estão debaixo da alçada, o Sporting é muito maior. Os sócios saberão aquela que é a melhor solução. O ideal é dispersão de capital e isso é o ideal, pois continuamos a ser maioritários. Mas num quadro difícil temos de falar a verdade e, por isso, há essa possibilidade, mas a AG é soberana."

"Sporting é um clube desportivo e esta crise tem origem numa má péssima gestão desportiva. Neste momento é a principal causa da situação. É aí que podemos melhorar. Cada um de nós tem um plano de reestruturação para o Sporting".

Bruno de Carvalho:
"Fizemos um plano de gestão financeira rigoroso. Vamos levar a cabo um processo de reestruturação financeira. Esta está suspensa, por agora. Ela tem vários pontos: a questão da fusão e do fair-play financeiro. Em segundo, a fusão os sócios já aprovaram mas tem de estar inserida num plano percetível. O Sporting não pode perder a maioria da SAD. Em terceiro, temos de negociar o prazo de pagamento da dúvida, para 60 anos. Falando com cada funcionário, há que negociar esta reestruturação, para pagarmos os nossos compromissos e fazer uma gestão desportiva"

"Nunca foi explicado como o fiz o que é um processo de reestruturação. O problema são as medidas avulso, nunca se percebia qual era a intenção. Pela primeira vez ouviram o que é um processo de reestruturação. Temos assegurado o dinheiro para as necessidades. Tem de acabar a mania de virem para o Sporting mandar, pois não somos miúdos"

"Os principais credores querem um Sporting forte, ou não pagamos dívida nem temos resultados. É necessária uma exigência máxima mas não podemos prometer que tudo será uma maravilha"

«Temos voltar a trazer confiança, para podermos ir a qualquer pavilhão, a qualquer campo, a qualquer pista, ver o nosso Sporting lutar por vitórias.»