Mais mais que isto, irrita-me mesmo a sério haver sportinguistas que acham que tinhamos o dever de ter jogadores com a qualidade dos do Porto. Ainda não perceberam que não há dinheiro para contratar jogadores de topo? Ainda não perceberam que somos dos poucos em Portugal que vive com o que tem?
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segunda-feira, 2 de março de 2015
Facadas nas costas
Marcador:
2+2=5,
Ai meu Sporting...,
Campeonato,
Derrota,
Pó caralho!
Mais mais que isto, irrita-me mesmo a sério haver sportinguistas que acham que tinhamos o dever de ter jogadores com a qualidade dos do Porto. Ainda não perceberam que não há dinheiro para contratar jogadores de topo? Ainda não perceberam que somos dos poucos em Portugal que vive com o que tem?
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Simplesmente não deu
Marcador:
Derrota,
Liga Europa
Foi um Sporting com uma atitude muito positiva, a jogar em pressão alta e a não deixar que os alemães fizessem o jogo que fizeram em sua casa. A equipa de Marco Silva criou inúmeras oportunidades, só que pecou na finalização, um setor onde Benaglio foi enorme. Da nossa parte não temos nada a apontar a ninguém; todos os jogadores em campo estiveram excepcionais, seja os centrais a jogar de forma imperial, seja o meio campo a carburar aqui e ali, no ataque bons movimentos e boas desmarcações, só faltou mesmo metê-la lá para dentro.
As competições europeias do Sporting esta época deixam um sabor amargo. Na Champions superou-se as expectativas e custou ficar fora dos oitavos daquela forma. Penso até que aquele empate em Maribor, com aquele golo estúpido, foi o unico ponto baixo desta campanha europeia. Agora, na Liga Europa, perde-se uma eliminatória onde fomos inferior durante apenas 45 minutos em 180 de jogo.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
O que era difícil, mais difícil ficou
Marcador:
Derrota,
Liga Europa
Tudo foi bem feito na 1.ª parte, os leões em campo fizeram uma boa posse de bola, conseguiram evitar as transições do Wolfsburgo e até podiam ter chegado ao golo, mas a entrada no 2.º tempo foi fatal. Para além disso, o senhor do apito Alon Yefet não saiu da Alemanha com a sua folha limpa. No final do primeiro tempo, Vieirinha tocou a bola com o braço dentro da grande área, mas o penalty alemão só acontece se for com cerveja.
Uma última palavra para Rui Patrício. Como sempre respondeu a um erro como os grandes. A ele se deve ainda haver eliminatória para disputar.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Primeira derrota do ano
Marcador:
Derrota,
Taça da Liga
Curiosamente até estivemos a ganhar por 2-0, e celebrou-se com golos uma entrada forte em jogo. Ryan Gauld, por duas vezes, colocou a equipa a festejar, no fim de duas jogadas de combinações pelo meio que são capazes de encantar até o mais imparcial dos adeptos.
A primeira parte foi excelente com qualidade na circulação de bola e algumas ocasiões de golo. Contudo na 2ª parte a qualidade exibicional caiu e o Belenenses aproveitou colocando em campo as estrelas da equipa. Abel Camará, na sequência de um lance precedido de falta sobre Rabia, depois Dálcio e novamente Camará, na conversão de uma grande penalidade, apontaram os três tentos dos da casa e garantiram a conquista dos 3 pontos.
Ryan Gauld - Só pelos dois golos que apontou já merecia a referência. Mas o internacional escocês mostrou bons pormenores, tanto na forma conduziu os ataques na primeira parte, como no modo como apareceu no sítio certo para finalizar a jogada do primeiro golo e como rematou de primeira após um excelente passe de Wallyson.
Wallyson - O médio brasileiro até nem começou bem, errando alguns passes de início, mas com o passar do tempo cresceu e mostrou-se. Por várias vezes serviu de «bombeiro» quando Rosell era ultrapassado e o passe para o segundo de Ryan Gauld é digno de ser visto e revisto.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Sem justiça
Marcador:
Derrota,
Liga dos Campeões,
Liga Europa
O primeiro quarto de hora correu-nos mal; a equipa entrou demasiado nervosa e não conseguiu impor nada do que caracteriza o seu futebol habitual, e portanto os erros sucediam-se. Primeiro houve uma precipitação de Esgaio, que cometeu falta sobre Filipe Luís na área e Fàbregas marcou de grande penalidade (falta essa, que se fosse ao contrário não seria marcada); aos 15 minutos Schürrle foi rápido a agir à entrada da área e apontou o 2-0. A reação do Sporting não convenceu. Sem Nani na equipa, Carrillo tentou na fase inicial agitar o ataque mas sem consequências. Os jogadores tinham a bola, passavam, mas perto da área contrária foi raro o passe que chegou no momento certo e na direção adequada muito porque Slimani e Capel não davam o melhor seguimento. E Čech não teve realmente trabalho. Pelo contrário o Chelsea, em poucos toques e em poucos segundos, aparecia no ataque e criava mais perigo - Matić e Schürrle foram os jogadores que estiveram mais perto do golo até ao intervalo.
A lucidez e a eficácia que não houve no ataque luso, na primeira parte, apareceram no início do segundo tempo, quando Jonathan Silva subiu e reduziu, concluindo mais um slalom fantástico de Carrillo pela direita. Pouco depois, numa jogada duvidosa por possível fora-de-jogo, Obi Mikel marcou o terceiro golo dos ingleses e esse momento terá desanimado os nossos jogadores, que quase não incomodaram Čech até ao final. Sem velocidade, sem imaginação, sem capacidade.
No final de contas foi uma boa campanha, deu para deixar uma boa imagem num palco que tem de ser nosso, onde temos de estar de forma consecutiva por várias razões. Pela vertente desportiva, porque só se cresce e evolui a jogar contra os melhores, mas também pela vertente financeira. Mesmo sem apuramento o Sporting ganha 11.5 milhões em prémios, fora receitas televisivas e bilheteira.
sábado, 1 de novembro de 2014
Horrível
Marcador:
Ai meu Sporting...,
Campeonato,
Derrota
Mas pior que isso foi esta exibição que nos envergonha a todos e que acredito também envergonhará os próprios jogadores. Em termos de jogo a primeira parte foi equilibrada com dois golos de bola parada. Nem Assis nem Patrício fizeram qualquer defesa. O Vitória pressionou o Sporting no seu ponto mais fraco, a saída de bola pelos centrais. Cortou-lhes linhas de passe e obrigou a jogar longo. Na segunda parte o Sporting arriscou e o Vitória criou perigo de contra-ataque. Tudo isto misturado com vários erros infantis durante o jogo. Esta equipa não tem duas caras. Tem uma. Hoje foi o único jogo em que não fomos melhores que o adversário. E como não somos o Real Madrid, quando não somos melhores perdemos pontos.
Muitos elogios a este Vitória. Sem bola deu tudo, com bola teve sempre critério. O sonho de qualquer treinador. Vitória justa, sem espinhas de uma equipa que merece todos os elogios porque joga com portugueses e da formação.
Quanto a nós, que tenha sido apenas um mau jogo e que quarta-feira a equipa volte ao registo habitual.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Nojo
O apuramento matematicamente é possível, sim. É imperativo vencer os dois jogos em casa e depois esperar que o Chelsea vença na Alemanha, e na última jornada pelo menos beneficiaremos do jogo do Schalke e do Maribor para ficar pelo menos em terceiro lugar.
Em Alvalade, e com onze (espero), até os comemos!
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Nível de Champions
Marcador:
Derrota,
Liga dos Campeões,
Sportinguistas
Terceiro ponto para acabar o que de mau vi. Partilho totalmente das declarações do José Nunes da Antena 1. Exige-se muito mais a um jogador como Slimani. Montero em 10 minutos mostrou mais tudo do que o argelino. Volto a frisar aquilo que já defendi por aqui: é um crime ter dois alas da dimensão de Carrillo e Nani (que gostam de ter bola e ter um ponta-de-lança que saiba jogar com os pés) e na frente ter um pinheiro. Nada contra o Slimani mas, na minha opinião, não pode jogar a titular numa equipa como a nossa atualmente, pelo menos sozinho.
Tirando estes pequenos-grandes pormenores, temos de frisar que a equipa deu tudo e mostrou coisas fantásticas do meio-campo para a frente. Temos muita matéria de qualidade e, sinceramente, vejo-nos com francas hipóteses de seguir em frente. Caso façamos 4 pontos nas próximas duas jornadas, penso que poderá chegar.
Rui Patrício - Uma exibição ao nível de Rui Patrício: muito alto. Passou por ele, aliás, o facto do jogo não ter acabado mais cedo. Começou o festival logo no primeiro minuto, a travar um Diego Costa isolado. Na segunda parte haveria de fazer o mesmo a Óscar. Pelo meio ainda parou um remate de Schurrle. Patricio a escrever pergaminhos de história pelo nosso Sporting.
Nani/Carrillo - Por fim Carrillo tem justificado dentro de campo o imenso talento que tem. Começou a brilhar logo no minuto inicial, numa jogada em que passou por vários adversários, e nunca mais parou. Tecnicista, atrevido e solidário, jogou sempre bem. Numa jogada grande jogada individual foi travado por Ivanovic, quando já se isolava, pouco depois sofreu um penálti não assinalado. Já o internacional português entrou no jogo mal, individualista e bastante inconsequente. Na segunda parte melhorou, foi ele próprio e carregou a equipa às costas na transfiguração operada.
João Mário - Encheu o campo: tanto assim que quando se teve que tirar um médio para colocar Montero, Marco Silva preferiu tirar Adrien Silva. Forte fisicamente, muito móvel, surgiu no centro, à direita e à esquerda, sempre a dar apoio aos colegas e a abrir linhas de passe. Excelente exibição do médio.
Adeptos - O nosso clube já merecia uma noite assim: depois de cinco anos de ausência de Liga dos Campeões, os grandes clubes, os grandes jogos e os grandes jogadores regressaram. O Estádio vestiu-se de gala, ficou perto da casa cheia e vibrou à medida da Champions. Incansável no apoio!
Naby Sarr - Marco Silva vai ter de fazer alguma coisa relativamente aos centrais: o Sporting não pode continuar com dois jogadores que não têm saída de bola, que não se entendem, que falham constantemente nas marcações. Sarr muito pior do que Maurício já que o brasileiro está ciente das suas limitações e fez um jogo competente ganhando vários duelos individuais. O francês precisa de equipa B. Paulo Oliveira ainda por cima entrou bem no jogo...
William Carvalho - Esteve, e ao contrário do que tem feito esta época, mais em jogo: mas mesmo assim longe de estar bem. Prendeu a bola, por vezes exagerou nas iniciativas individuais e até os passes por vezes não lhe saíram.
domingo, 11 de maio de 2014
Até para o ano!
Marcador:
Campeonato,
Derrota
O único golo da partida foi marcado muito cedo, logo aos 5 minutos, por Evandro, de grande penalidade, a castigar falta de Rojo sobre Bruno Lopes. O Sporting partiu em busca da igualdade e ainda na primeira parte desperdiçou uma ocasião soberana: Adrien, aos 18 minutos, falhou a concretização de outro penálti. O Estoril aguentou bem a pressão da equipa da casa e chegou ao intervalo em vantagem. Na segunda parte, intensificou-se a pressão da formação de Leonardo Jardim, que apostou tudo no ataque. Mas a falta de eficácia dos avançados e a disciplina tática da equipa de Marco Silva impediu que o marcador se alterasse. De nada valeram as investidas dos extremos.
A derrota não apaga a excelente época realizada pelo Sporting, muito acima das expetativas iniciais; antes comprova que no Estoril trabalha-se igualmente muito bem sob a batuta do treinador da moda.
Destaques:
Rojo - Num dos piores jogos da época, sobressaiu-se um dos melhores do ano. Fez um penalty é certo mas fez o que tinha a fazer perante um irrequieto Bruno Lopes. Foi ainda importante nas dobras aos companheiros e nos cortes por antecipação.
André Martins - Em tarde de pouca garra, o camisola 8 foi quem esteve mais inspirado. Sacou a grande penalidade que Adrien desperdiçaria, e pouco depois protagonizou o remate que mais exigiu de Vagner.
Diego Capel - O elemento ofensivo mais dinâmico e que viu a maioria dos seus cruzamentos ser mal aproveitados. Sempre de olhos na linha cumpriu o seu papel de flanqueador. Provavelmente o último jogo de leão ao peito.
Shikabala - Estreia no último encontro da época e a deixar água na boca para o futuro. Os adeptos entusiasmaram-se assim que foi chamado por Leonardo Jardim, e dedicaram-lhe uma forte ovação quando rendeu Capel. O egípcio mereceu depois aplausos numa bela jogada em que leva a bola da direita para o centro e noutros belos pormenores.
Carrillo - Um dos piores jogos de que há memória para o peruano. Evidenciou-se em dois momentos, mas pela negativa: primeiro com um «drible» que atirou a bola diretamente para fora, depois com um passe para Cédric também com força a mais. Na nossa opinião, é um elemento já descartável, quando nas fileiras temos ainda Iuri, Esgaio e Dramé.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Venceu o "Sporting"
No primeiro tempo, o Sporting desperdiçou uma grande penalidade, com Wilson Eduardo a rematar ao lado. A equipa da casa marcou por duas vezes, uma delas através da conversão de um castigo máximo. Os «leões» de Lisboa responderam e aos 35 minutos reduziram a desvantagem, com um tento apontado por Rúben Semedo. Ao intervalo o marcador estava em 2-1 para formação algarvia. Na segunda parte e com o mesmo princípio do primeiro tempo, Leonardo Jardim voltou a dar minutos aos menos utilizados na equipa principal. Numa partida em que o menos importante era o resultado final, o Farense venceu por 3-1.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
E depois da ressaca...
Marcador:
Campeonato,
Derrota,
Opinião
Começo por dizer que a Stephanie é inocente, no que diz respeito ao resultado do derby. Já li e ouvi, inúmeras teorias sobre o sucedido neste pré dérbi inaudito. As condições climatéricas danificaram o estádio da Luz, por consequência, as duas equipas da 2ª circular não se puderam defrontar domingo. Foi na Luz mas podia ser no Dragão, em Alvalade ou no Bessa.
Pessoalmente, prefiro futebol jogado do que futebol falado, deixo o segundo para os lunáticos. Eventualmente posso estar enganado, Stephanie pode ser culpada. O relvado da Luz ficou, completamente, inclinado. Só deu Benfica. Uma equipa equilibrada, coesa e com ideias, extremamente, bem definidas. Algo raro para uma equipa de Jorge Jesus. O Benfica foi acutilante e preciso. Praticou um futebol sem contemplações como devia ter sido o nosso. Estivemos muito perdidos e acusou-se, em demasia, a ausência de William e Jefferson, nomeadamente, em aspetos de circulação de bola e pressão, por isso, um jogo tão vertical e passivo. A bola, como se diz na gíria, tinha picos. André Martins passou ao lado, não me recordo, de uma única vez, que tenha aparecido no meio criando superioridade. Montero teve muito pouca bola e Slimani ídem. Leonardo Jardim, em Guimarães, disse e bem: “De que vale estar lá Slimani se não o servimos?”. Eric Dier foi para mim a pior unidade porque sofreu e muito da velocidade e da mobilidade, assombrosa, imposta pela equipa encarnada.
Mas um jogo…era mesmo aqui que eu queria chegar. Foi apenas um jogo. Estão a pôr 6\7 meses, de um trabalho sobre o qual me curvo, em questão por causa de um jogo? O Sporting é, nesta altura, uma equipa especial, já que conquistou tanto nestes últimos tempos. Como escrevi há uns meses: “Leonardo Jardim, devolveu a mística,o ADN, as diretrizes, a paixão e a credibilidade a um clube que estava, a nível futebolístico, completamente adormecido. Ainda não venceu nada mas já conquistou muita coisa. Hoje, o Sporting Clube de Portugal, tem uma equipa de futebol da sua dimensão.”
Em suma, isto é como trepar uma montanha, não pode ser posto em causa tudo o que se subiu só porque uma mão escapou. A caminhada continua. O Benfica venceu uma batalha mas a guerra, como diria o grande Paulo Fonseca, está longe do seu término.
Pessoalmente, prefiro futebol jogado do que futebol falado, deixo o segundo para os lunáticos. Eventualmente posso estar enganado, Stephanie pode ser culpada. O relvado da Luz ficou, completamente, inclinado. Só deu Benfica. Uma equipa equilibrada, coesa e com ideias, extremamente, bem definidas. Algo raro para uma equipa de Jorge Jesus. O Benfica foi acutilante e preciso. Praticou um futebol sem contemplações como devia ter sido o nosso. Estivemos muito perdidos e acusou-se, em demasia, a ausência de William e Jefferson, nomeadamente, em aspetos de circulação de bola e pressão, por isso, um jogo tão vertical e passivo. A bola, como se diz na gíria, tinha picos. André Martins passou ao lado, não me recordo, de uma única vez, que tenha aparecido no meio criando superioridade. Montero teve muito pouca bola e Slimani ídem. Leonardo Jardim, em Guimarães, disse e bem: “De que vale estar lá Slimani se não o servimos?”. Eric Dier foi para mim a pior unidade porque sofreu e muito da velocidade e da mobilidade, assombrosa, imposta pela equipa encarnada.
Mas um jogo…era mesmo aqui que eu queria chegar. Foi apenas um jogo. Estão a pôr 6\7 meses, de um trabalho sobre o qual me curvo, em questão por causa de um jogo? O Sporting é, nesta altura, uma equipa especial, já que conquistou tanto nestes últimos tempos. Como escrevi há uns meses: “Leonardo Jardim, devolveu a mística,o ADN, as diretrizes, a paixão e a credibilidade a um clube que estava, a nível futebolístico, completamente adormecido. Ainda não venceu nada mas já conquistou muita coisa. Hoje, o Sporting Clube de Portugal, tem uma equipa de futebol da sua dimensão.”
Em suma, isto é como trepar uma montanha, não pode ser posto em causa tudo o que se subiu só porque uma mão escapou. A caminhada continua. O Benfica venceu uma batalha mas a guerra, como diria o grande Paulo Fonseca, está longe do seu término.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Ganhou a melhor equipa
Marcador:
Ai meu Sporting...,
Campeonato,
Derrota,
Incompetência,
Lampionices
Ao longo da primeira parte não foi preciso olhar para dados estatísticos em direto para ver que a bola estava no meio campo do Sporting durante a maioria do tempo. O Benfica tinha o esférico durante mais tempo, estava mais rápido, atacava mais e parecia entregar-se mais ao jogo em relação ao adversário. Foi sem surpresa que a primeira meia dúzia de remates pertenceu à equipa da casa e que Luisão e Rodrigo estiveram muito perto de atingir o alvo. Foi também sem surpresa que o Benfica marcou: 26 minutos, cruzamento de Maxi pela direita e Gaitán apontou de cabeça o seu primeiro golo no campeonato. Não houve propriamente uma resposta à altura dos nossos, que não incomodaram verdadeiramente Oblak, até ao intervalo. Os médios não mandavam na partida e à dupla de avançados poucas bolas chegavam; os homens da Luz iam controlando, com Luisão em destaque no momento de destruir. Pelo contrário, foi novamente Gaitán a criar perigo, mas em frente a Rui Patrício atirou ao lado.
Compreensivelmente Leonardo Jardim não estava satisfeito com o que via. Depois do intervalo passou a ver a sua equipa com a bola mais tempo, mas tal posse parecia ser concedida propositadamente pelo adversário que, quando conseguiu engatar contra-ataques, ameaçou duas vezes, ambas por Rodrigo.
O reforço e titular Heldon ainda tentou contrariar este campo inclinado, rematando pouco por cima. Mas seria a equipa da casa a chegar ao golo novamente, à entrada no último quarto de hora, num belo momento de Enzo Pérez à entrada da área, finalizado com um remate muito bem colocado, para o qual Patrício ficou a olhar. Nenhuma dúvida ou discussão à volta do 2-0 final. O Benfica foi superior em rapidez, a nível tático e em atitude, passando a ter quatro pontos de vantagem sobre o segundo classificado, que agora é o FC Porto. O Sporting, pouco inspirado e muito "mansinho" neste dérbi, é terceiro, a cinco pontos do líder.
Destaques:
Héldon - Não foi uma estreia de sonho, até pelo resultado, mas ainda assim o reforço de inverno contratado ao Marítimo esteve associado aos poucos lances de perigo do Sporting. Pode agarrar a titularidade.
Rui Patrício - Pouco ou nada podia fazer nos golos, e ainda esteve em destaque a evitar alguns golos. Negou duas vezes o golo a Rodrigo, embora antes até tenha errado com os pés, rematando contra Lima.
André Martins - Invisível no jogo. A este nível o pequeno André não deve ser titular porque não oferece ao Sporting aquilo que precisa na posição onde atua: criatividade. Poderá perder o lugar para Shikabala.
Eric Dier - O pior elemento em campo na minha opinião. Dier não conseguiu disfarçar a falta que William Carvalho fez. Passou ao lado do jogo. Como Rodrigo procura mais o espaço entre o central e o lateral do que as costas de Lima, o inglês nunca teve um opositor direto, e por isso andou sempre um pouco perdido. E a participação no jogo ofensivo foi nula. Podia ter feito mais no golo de Enzo.
Leonardo Jardim - Arriscou demasiado e não deu ao jogo aquilo que este pedia. Mudar o esquema da equipa de um momento para o outro pareceu-me de inicio um risco e mostrou-se depois um erro. As substituições nenhuma foi acertada. Quem pedia saída era Dier e não Piris por exemplo. Gerson Magrão daria o devido contributo no meio campo e não na lateral, para além de que Carrillo seria a opção certa para agitar o nosso ataque.
sábado, 9 de novembro de 2013
Derby memorável mas soube a pouco
Marcador:
Derrota,
Taça de Portugal
Durante todo o jogo, foram raros os períodos em que uma equipa dominou a outra. As iniciativas foram repartidas, a vontade de empurrar o adversário também, embora genericamente tivesse havido mais Benfica na primeira parte do jogo, e na primeira parte do prolongamento – e o Sporting nas segundas metades. O jogo começa praticamente com o golo de Cardozo; livre perigoso muito bem executado. Depois é Capel quem empata numa finalização fulminante. Pouco depois Cardozo chega ao 3º. Na segunda parte o leão surge com outra atitude e empata novamente o jogo. De canto Mauricio reduz e ao minuto 92' Slimani aproveita as facilidades para resolver o tempo regular. De anotar que a defesa à zona do Benfica nas bolas paradas é uma anedota!
Sempre tive a confiança que podíamos ter ganho o jogo, e penso que o Sporting pode bater este Benfica porque é uma equipa em processo evolutivo, é nestas coisas que se nota que a equipa é nova, jogadores ainda jovens, falta a determinada altura um pouco mais de frieza na abordagem ao jogo, porque de resto o Sporting até teve mais posse de bola que o Benfica, teve o meio campo bem seguro, creio é que claramente ali outro jogador ao lado do Adrien e um outro ala que dê mais profundidade, de resto o Sporting, perde, mas há seguramente lições a tirar deste jogo. Acho que não devemos tirar como principal conclusão deste jogo que fomos roubados. Efectivamente acabámos por ser prejudicados, mas houve erros das 3 equipas em campo. Penso que nestes jogos tem que se tirar o que houve de melhor e na realidade foi um grande jogo, jogado com muito coração e por vezes com pouca cabeça e com muitos erros individuais e colectivos mas com muita emoção. Demonstrámos que estamos a crescer como equipa, mas ainda existe um caminho longo a percorrer, a boa noticia é que temos o treinador certo para nos guiar nesse sentido. E no final, uma e outra formação mostraram aos seus apoiantes que podem contar com elas esta temporada.
Destaques:
Slimani - Na minha opinião, com a dupla Slimani-Montero em campo este Sporting joga mais. A sua entrada e a de Carlos Mané deu outra atitude á equipa. Levou-nos para o prolongamento, acertou no poste e ainda podia ter marcado outro.
Fredy Montero - É verdade que não marcou, mas isso não o impediu de ficar ligado ao resultado. Foi o colombiano que se conseguiu soltar e meter o Sporting na discussão do derby. Com Adrien e André Martins agarrados pelo meio-campo do Benfica, Montero saiu da marcação para vir buscar bola e conseguir criar espaços. As aberturas no segundo tempo, e no prolongamento, para os nossos lances mais perigosos assim o dizem. Grande jogo, faltou-lhe o golo no último lance que Artur defendeu.
Adrien Silva - Enorme segunda parte! Na primeira, Ruben Amorim não lhe deu hipótese. Adrien não se conseguiu soltar da marcação. No segundo tempo pausou, arrancou e distribuiu; o leão jogava ao ritmo das botas de Adrien. E chegou ao empate num livre dele.
Carrillo - Tal como os outros suplentes também entrou bem no jogo. Mais acertivo que o costume causou vários desequilíbrios. Contudo deve apostar mais no remate á baliza.
Carlos Mané - Estreou-se num derby, mas parecia que estava a jogar com os amigos na rua. Causou dores de cabeça á defensiva encarnada.
Rui Patricio - Estava a fazer um belíssimo jogo. Teve uma mão cheia de boas estiradas, até que no ultimo momento tenha borrado a pintura com um dos lances mais caricatos dos últimos anos.
PS: O comportamento de Jorge Jesus no final do encontro voltou a ser uma vergonha. Não se compreende...
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Um voltar á terra
Marcador:
Campeonato,
Derrota
Sporting jogou bem, não foi uma derrota aonde se assistiu a uma equipa a arrastar-se em campo. Reconheço que o Porto esteve um furo acima e a nossa jovem equipa sentiu um pouco a sua falta de experiência. O penalti no inicio modificou ou tornou as coisas um pouco mais tensas e pesadas.
Seja como for, acabámos por dar uma boa replica. Na minha expectativa, no decorrer dos últimos minutos ainda ambicionava o empate, que como qualquer imprevisibilidade do quotidiano podia surgir do nada e marcar a história presente. Mas vamos aos factos.
Foi um excelente jogo de futebol, aquele que se viu no domingo. No relvado encontraram-se os dois primeiros classificados do campeonato, separados por dois pontos. Quem vencesse seria líder no final da oitava jornada e as duas equipas procuraram ambas a vitória desde o primeiro minuto. O resultado final decidiu-se em detalhes. O primeiro detalhe resultou no 1-0, aos 12 minutos. Maurício entrou fora de tempo sobre Alex Sandro, na grande área, e o árbitro Artur Soares Dias não teve dúvidas em assinalar a grande penalidade.
O Porto tinha entrado melhor, mas na verdade o nosso Sporting não sentiu o golo. Pouco a pouco, os nossos jogadores foram subindo as linhas e puseram em sentido o campeão nacional. Até ao intervalo não houve mais golos e as mais de 40 mil pessoas que foram ao estádio não tinham grandes motivos de satisfação, perante o espetáculo morno proporcionado pelas duas equipas. Na segunda parte mudaram de opinião. No segundo tempo houve mais espetáculo e golos. O primeiro rendeu o empate ao Sporting. William Carvalho aproveitou um alívio para a frente de Helton para fazer levantar o banco dos visitantes, estavam decorridos 59 minutos. Praticamente na jogada seguinte, Danilo inventou uma jogada para fazer o 2-1. Com o jogo em intensidade máxima, o Sporting voltou novamente a procurar o empate. Quase o conseguiu aos 67 minutos, quando Montero obrigou Helton à defesa da noite, mas foi o FC Porto que chegou ao 3-1. Varela aproveitou uma perda de bola para arrancar pela esquerda, passar a Jackson, receber de novo a bola centrada pelo colombiano e assistir de cabeça Lucho, que não desperdiçou a oferta.
Com cinco pontos de vantagem sobre nós, o Porto pode agora respirar com tranquilidade.
Destaques:
William Carvalho - Já era o melhor do nosso Sporting antes do golo. Exemplar no passe. Poucos errou, até porque dá preferência ao jogo simples, muitas vezes uma virtude. O golo? Inteligência no movimento e remate eficaz. É quase sempre assim com ele. Continua a ser bom vê-lo crescer. Marcou, jogou e fez jogar.
Ivan Píris - Quase sem se dar por ele, o paraguaio tem sido boa surpresa. Foi-se soltando com o decorrer do jogo e até tentou o remate levando Helton a fazer uma boa defesa. Forte a defender ainda deu profundidade ao seu flanco. Provavelmente irá manter a titularidade á direita quando Jefferson voltar. Merece.
Montero - Esteve mais desacompanhado do que habitual fruto do pouco jogo que passou pelos pés de Adrien e André Martins. Ainda assim pôs a cabeça em água de Otamendi com as suas movimentações obrigando o argentino a vários erros. Dispôs de uma oportunidade soberana no cabeceamento para defesa de Helton.
Mauricio - Vai ficar inevitavelmente ligado ao resultado do jogo. Entrou fora de tempo e cometeu penalty. É verdade que no resto do encontro tentou (e conseguiu) ser uma lapa colada a Jackson Martínez, obrigando o colombiano a procurar outros caminhos. Mas o erro encobre o resto.
Adrien/André Martins - Estes dois foram a outra razão de não termos saído do Dragão com outro resultado. Não estiveram ao seu nível. Os dois não revelaram a capacidade física necessária e cometeram vários erros de construção, principalmente André Martins.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
OFICIAL: Slimani para o ataque
Slimani é um avançado argelino de 25 anos, que até aqui evoluía no Chabab Belouizdad. É titular na seleção argelina, tendo marcado presença na última Taça das Nações Africanas e sendo habitualmente chamado para os jogos de qualificação para o Mundial 2014. Trata-se, de resto, de um ponta de lança forte fisicamente, um homem tipicamente de área e que vem colmatar uma lacuna identificada por Leonardo Jardim: a falta de um homem fisicamente poderoso que possa jogar na área adversária.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Primeira derrota esta época
Em Portimão, num campo a pedir descanso, a equipa londrina protagonizou o primeiro momento perigoso, com dois remates em cima da baliza de Boeck na mesma jogada - um deles ao poste - numa fase inicial pouco interessante mas com ânimos agitados perto da meia hora, com vários jogadores a envolverem-se, apertando o pescoço de adversários. Quando a partida parecia encaminhar-se para o 0-0 até ao intervalo, houve mão de Taylor na área e Capel inaugurou o marcador, de grande penalidade.
Cenário diferente na segunda parte. Carrillo ainda foi o primeiro a estar perto do golo, mas depois surgiram as falhas no nosso setor defensivo. Nolan aproveitou o facto de ter espaço a mais para empatar, apenas um minuto antes de Morrison, num remate frontal, completar a reviravolta. O West Ham ainda viria a marcar novamente, mais uma vez devido a falha na defesa do Sporting; Morrison, de cabeça, apareceu isolado e fez o 3-1. Pouco depois o Sporting ainda reduziu, com Evaldo a desviar um livre apontado por Wilson Eduardo, mas os ingleses seguraram a vantagem até final. Nas grandes penalidades (regra do torneio), Marcelo Boeck ainda defendeu um remate londrino, mas Rojo atirou por cima e neste capítulo o marcador registou 4-4.
Má exibição do Sporting, mas excelente jogo treino, porque os ingleses actuaram como a maioria das equipas portuguesas joga quando defrontam o Sporting, ou seja, em transições rápidas, com jogo durinho e a queimar tempo. Como já referi, estes jogos valem o que valem e não gosto de endeusar ou criticar jogadores com base em meros jogos treinos, mas continuo apreensivo com algumas contratações.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Liga Europa mais longe
Marcador:
Campeonato,
Derrota
Primeira parte agitada, com alguma superioridade da equipa de Alvalade, mas sem golos. Josué foi o primeiro a criar perigo, Rojo teve oportunidade de marcar num lance pouco habitual - livre indireto dentro da área pacense - e o remate foi salvo em cima da linha. Bruma e André Martins, este isolado, também podiam ter marcado, enquanto Diogo Figueiras respondeu do outro lado, com um remate que saiu perto do poste. 0-0 no descanso.O Sporting voltou a entrar melhor no segundo tempo, mas a área do Paços parecia mais distante. Não surgiam espaços, mas surgiu um pedido de grande penalidade, quando Cássio e Wolfswinkel chocaram. Viola ameaçou pouco depois; no entanto, a um quarto de hora do final, quem marcou foi a equipa da casa. Livre direto para Josué, bola no poste e no ressalto Tony inaugurou o marcador, de cabeça. Uma vantagem que poderia ter durado pouco tempo, pois na jogada seguinte Carrillo obrigou Cássio a uma grande defesa.
O resultado não se alterou e acabou por vencer a equipa mais eficaz, que aproveitou um lance de bola parada. Com um futebol pouco esclarecido, exibições que roçaram a nulidade, oSporting continua a dois pontos de distância da Liga Europa, para já.
domingo, 21 de abril de 2013
Não basta jogar em campo...
Marcador:
Árbitros,
Campeonato,
Derrota,
Futebol Português,
Lampionices
O Sporting começou melhor. Criando agitação ofensiva do lado direito, sobretudo através de um irrequieto Bruma, e situações perigosas em dois pontapés de canto, a defesa da Luz tremeu nos primeiros minutos. Pelo meio houve duas quedas na área caseira, primeiro com Garay sobre Wolfswinkel e depois Maxi sobre Capel; duas possíveis faltas, nada foi assinalado (dou beneficio da dúvida).
O Benfas não encontrava o seu ritmo habitual e falhava muito. No setor defensivo havia espaços para o adversário e, do meio campo para a frente, havia muitas perdas de bola. Mas o Sporting também deixou de criar perigo e a partida ia decorrendo sem grande espetacularidade.
Na primeira jogada bem construída de início ao fim por parte do Benfica, aos 35 minutos, surgiu o golo. Cruzamento do lado esquerdo de Gaitán e o compatriota Salvio apareceu com velocidade no lado contrário para inaugurar o marcador. Um 1-0 contra a toada do jogo (apesar de uma melhoria ligeira encarnada após o golo) que se manteve até ao intervalo.
O equilíbrio era predominante na segunda parte. Voltou a ser a equipa de Alvalade a ser a primeira a "assustar", graças a Dier e Joãozinho, com resposta por parte de Gaitán, também sem sucesso. E, após estes minutos iniciais algo agitados, voltou o cenário morno e com poucos momentos dignos de registo. Entretanto, duas contrariedades para Jesualdo Ferreira, já que Dier e Miguel Lopes saíram lesionados.
O jogo estava dividido. Não muito espetacular, mas repartido, intenso e com entrega visível por parte dos atletas. Até que chegou o 2º golo caído do céu: momento de classe de Gaitán, assistência de Salvio, uma parte final de jogada que parecia de futebol de praia, com bola pelo ar, e belo golo de Lima. 2-0 e o vencedor estava encontrado, apesar de uma boa reação da nossa parte na reta final do dérby.
Até ao final destaco penalidade por assinalar sobre Viola (obstrução) e a imunidade ao cartão por parte do já conhecido Maxi Sarrafeiro.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
O objetivo desta equipa é...
Marcador:
Ai meu Sporting...,
Derrota,
Sportinguistas
.... descer de divisão para regressar o mais rapidamente possível aos títulos? Não percebo o que há para lutar, sem ser a honra que está de rastos. Não são os miúdos que agora no meio da época vão pôr esta equipa a jogar efectivamente O futsal começa a ser a única coisa que me mantêm o orgulho em ser Sporting, porque o orgulho em ser leão é SIM, na vitória e na derrota, NÃO na incompetência.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Esta equipa também precisa de eleições
Marcador:
Ai meu Sporting...,
Campeonato,
Derrota
Até nem se entrou mal: com o apoio do público, que aproveitou a tarde de domingo para ir ao futebol, os leões entraram com dinâmica. O jovem Bruma, convocado pela primeira vez e logo lançado à titularidade, mexia-se bem. Mas as deficiências ofensivas vieram rapidamente ao de cima... Aos 7 minutos, Rui Patrício teve de se aplicar para evitar o golo de Suk. E foi o avançado sul-coreano – muito bom jogador - a marcar o golo que gelou Alvalade, aos 18 minutos. Sami cruzou, Suk saltou mais alto que Pedro Mendes e rematou de cabeça, num bom movimento técnico. Três minutos antes, Salim brilhara ao defender um cabeceamento de Van Wolfswinkel. O golo foi sentido de sobremaneira. O ritmo de jogo baixou proporcionalmente à subida dos passes falhados por parte da nossa equipa. As oportunidades de golo não apareciam. Até ao intervalo, só houve mais um lance digno de nota, aos 33 minutos, quando Bruma assistiu Van Wolfswinkel, tendo o avançado holandês permitido mais uma boa intervenção do guardião Salim.
Jesualdo Ferreira terá deixado as orelhas dos seus jogadores a arderem nos balneários e o Sporting reentrou melhor no jogo. Estranhamente, sem Bruma, que o treinador tirou ao intervalo. Aos 51 e 54 minutos, Labyad e Capel protagonizaram duas jogadas de perigo – faltou a eficácia.
Com o jogo a caminhar para o fim, a descrença dos homens da casa aumentou. Os minutos finais foram emotivos. ‘São’ Patrício evitou o segundo golo, aos 84 minutos, a remate de Danilo Dias. Já em período de descontos, Salim, o melhor em campo, roubou o empate a Capel.
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