segunda-feira, 2 de março de 2015

Facadas nas costas


O Chelsea não goleou em Alvalade porque o Rui Patricio não deixou, mas as suas oportunidades foram semelhantes aos golos do Porto. O golo de Jackson para a Taça foi semelhante aos de hoje. Bolas nas costas, bolas nas costas, bolas nas costas, bolas nas costas. Até o Paços em Alvalade marcou desta maneira, Huntelaar na Champions, Bas Dost na Liga Europa. É sempre igual.

Mais mais que isto, irrita-me mesmo a sério haver sportinguistas que acham que tinhamos o dever de ter jogadores com a qualidade dos do Porto. Ainda não perceberam que não há dinheiro para contratar jogadores de topo? Ainda não perceberam que somos dos poucos em Portugal que vive com o que tem?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Simplesmente não deu


Simplesmente há noites em que definitivamente não dá... Os nossos rapazes criaram oportunidades para marcar de todas as formas e feitios, de resto: em bolas áreas e pelo chão, de bola parada e corrida, de fora da área e à boca da baliza. Seria até fastidioso estar aqui a enumerar todas as ocasiões de golo do Sporting esta noite, até porque não se está aqui para aborrecer ninguém.
Foi um Sporting com uma atitude muito positiva, a jogar em pressão alta e a não deixar que os alemães fizessem o jogo que fizeram em sua casa. A equipa de Marco Silva criou inúmeras oportunidades, só que pecou na finalização, um setor onde Benaglio foi enorme. Da nossa parte não temos nada a apontar a ninguém; todos os jogadores em campo estiveram excepcionais, seja os centrais a jogar de forma imperial, seja o meio campo a carburar aqui e ali, no ataque bons movimentos e boas desmarcações, só faltou mesmo metê-la lá para dentro.

As competições europeias do Sporting esta época deixam um sabor amargo. Na Champions superou-se as expectativas e custou ficar fora dos oitavos daquela forma. Penso até que aquele empate em Maribor, com aquele golo estúpido, foi o unico ponto baixo desta campanha europeia. Agora, na Liga Europa, perde-se uma eliminatória onde fomos inferior durante apenas 45 minutos em 180 de jogo.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Jefferson


Estas situações são “normais” de acontecer no futebol é preciso é direcções com os tomates no sitio pois há contratos assinados para cumprir. Por muito bom que um jogador seja, terá sempre de respeitar o contrato que tem com o clube.
Infelizmente estas situações são sempre difíceis de gerir, porque se o clube cede, amanhã aparecem mais 4 ou 5 a dizer que querem sair e a pressionar o clube, se o clube não cede e castiga o jogador, existe sempre o problema do assunto ser exposto na comunicação social. Mas invariavelmente, é o que tem de ser feito.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

3 regressos


De Nani, de Tanaka e das vitórias. E era basicamente deste último que precisávamos como de pão para a boca. A vitória foi justíssima frente a um Gil Vicente que apenas conseguiu dar luta na primeira parte, acabando por passar toda a etapa complementar recolhido no seu meio campo. Após uma série de boas intervenções de Adriano Facchini, Junya Tanaka inaugurou o marcador aos 52 minutos. No entanto, o momento da noite foi o golo de Nani, que fechou o resultado aos 69 minutos, com um remate indefensável de fora da área. Claramente, um golo para ver e rever.
O nosso conjunto foi dominador, teve mais bola e mais oportunidades de golo, mas a velocidade e a intensidade foram quase sempre reduzidas. Ainda assim, quando os melhores jogadores da equipa aceleravam a defesa do Gil tremia, valendo Adriano. A vitoria parece-me indiscutível, colocando alguma pressão no Porto para o derby no Bessa.
Dizer ainda que continuar a apostar no André Martins e no Capel é um manifesto erro. O médio tem técnica, mas falta-lhe tudo o resto para ser um jogador de uma equipa grande, logo parecia-me mais indicado ter dado a oportunidade a Gauld logo de inicio. Quando ao espanhol, teve direito a 20 minutos, mas voltou a não acrescentar o que se pede a um extremo. Cabeça no chão, pouca qualidade no passe e até a sua capacidade para acelerar parece ter desaparecido.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

"Muita fortes"


Jorge Jesus tem razão. Os homens do Benfica este ano estão “muita fortes”.
Pena é que os gajos que vestem a camisola vermelha não acompanhem os do Benfica… sempre se dava menos nas vistas.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O que era difícil, mais difícil ficou


Dois golos do mortífero Bas Dost permitiram ao VfL Wolfsburg derrotar o nosso Sporting na noite de ontem, e temperar o apuramento dos alemães para a próxima fase da Liga Europa. Só uma exibição à leão, em Alvalade, irá permitir continuar nas competições europeias.
Tudo foi bem feito na 1.ª parte, os leões em campo fizeram uma boa posse de bola, conseguiram evitar as transições do Wolfsburgo e até podiam ter chegado ao golo, mas a entrada no 2.º tempo foi fatal. Para além disso, o senhor do apito Alon Yefet não saiu da Alemanha com a sua folha limpa. No final do primeiro tempo, Vieirinha tocou a bola com o braço dentro da grande área, mas o penalty alemão só acontece se for com cerveja.

Uma última palavra para Rui Patrício. Como sempre respondeu a um erro como os grandes. A ele se deve ainda haver eliminatória para disputar.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

#SomosTodosRuiPatricio


Tanto se me dá que gozem connosco como não. Tenho a capacidade de me saber rir de mim próprio quando o assunto não é sério, e o que correu mal ao Patrício pode correr a qualquer um de nós por exemplo no nosso local de trabalho. Nós como o nosso Rui temos de saber dar a resposta como ele sempre deu dentro de campo.

Sinceramente, o que me incomodou e me ofendeu até, foi o pedido de desculpas da dita cerveja "nacional" a dizerem que não era essa a intenção... é claro que era! E se era, assumam. não queiram comer-nos as papas na cabeça e pedirem desculpas quando as desculpas já estavam prontas antes do video.

PS: Onde é que aquilo foi frango?

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Ainda sem estofo de campeão


Futebol ganha-se com técnica e táctica mas também com (muita) testosterona - ou "cojones", como diria o Simeone. Perder 5 pontos no campeonato contra o Belenenses... é simplesmente ridículo!
Para além disso não compreendo como um treinador permite que a sua equipa jogue constantemente no cruzamento sem ter na área pelo menos um jogador com as caracteristicas apropriadas para esse tipo de jogo.
O empate contra o Benfica naquelas circunstâncias foi um murro no estômago de que não se recupera numa semana. Apanhar este Belém, que não joga nada – repito: nada de nada, que aposta tudo na organização defensiva, não é exactamente o tipo de jogo ideal para resolver a ressaca. Vamos a ver o que acontece na Alemanha. Não estou optimista, mas também não estou receoso. É absolutamente indispensável mais concentração defensiva (a defender, tanto o Cédric como o Jefferson alhearam-se inúmeras vezes do jogo) e muito mais William, Nani e Carrillo (que são os únicos jogadores francamente acima da média que presentemente o plantel do Sporting possui). É também muito importante rapidamente fazer os jogadores perceberem que, daqui para a frente não é só UEFA e Taça de Portugal. O campeonato não acabou. Mesmo o 3º lugar é importantíssimo, muito por causa do acesso que confere à pré-eliminatória da Liga dos Campeões. O facto de o 1º lugar constituir agora uma miragem não é razão para que, por negligência, nos deixemos “apanhar” pelo Braga. Não tendo estofo para mais, será isso o exigido.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Portugalinho


"Museu, piscinas e espaços comerciais do Benfica estão ilegais" Público
"Antonio Costa livra Benfica de pagar quase dois milhões à autarquia" Diário de Noticias

O que eu acho engraçado é ouvir dizer os lampiões que nós somos a comédia de Portugal quando, ora vejam, um clube que falsificou a data de fundação, que sobrevaloriza os títulos que tem, que tem as claques ilegalizadas, que tem um ex-presidente na prisão (e este não está porque não somos um país a sério) e que agora tem o museu, os espaços comerciais e sabe-se lá mais o quê ilegais, e eu pergunto, e o cómico somos nós ? Vergonha é a palavra que define aquela colectividade recreativa da área da corrupção activa, passiva, branqueamento, crime organizado, homicídio, alteração ilegal aos próprios estatutos, atropelo à lei, etc, etc.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Empate com sabor a injustiça


Ontem mesmo entre sportinguistas, pareceu que o Benfica foi o grande vencedor do derby em Alvalade, apesar do empate a uma bola no marcador. Os encarnados deixaram a ideia de que a igualdade servia claramente as suas intenções, pelo que terminaram o encontro a celebrar terem perdido dois pontos para o Porto. Da nossa parte houve sempre vontade de ganhar o jogo, fomos mais ofensivos e mesmo não criando muitas oportunidades de golo, estivemos sempre mais perto de fazê-lo mais que uma vez.
Contudo o modo como foi consentido o empate foi o que mais nos ficará marcado. A defesa, impecável durante 93 minutos, subiu a despropósito e colocou-se à mercê de sorte, que acabou por sorrir a Jardel. Colectivamente, o Sporting fez um bom trabalho pressionando as linhas adversárias, e isolando os oponentes mais perigosos (raramente Jonas ou Salvio tiveram apoios próximos), a defesa esteve sempre concentrada, e o ataque tentou procurar espaços, embora abusasse de cruzamentos, que pouco mais originaram do que pontapés de canto para a estatística. Neste aspecto a ausência de Slimani fez-se sentir, pois as muitas bolas colocadas na área encarnada pouco perigo criaram.

William Carvalho - Funcionou com uma espécie de farol à frente da defesa, principalmente quando a equipa não tinha a clarividência para procurar os melhores caminhos rumo ao meio campo adversário. Criticado por esta temporada estar a exibir-se alguns furos daquilo a que nos habituou na temporada passada, o médio internacional português esteve como queremos que ele esteja.

Paulo Oliveira/Tobias Figueiredo - A juventude da nossa defesa era o principal handicap perante avançados experientes como são Lima e Jonas. Os miúdos não tremeram e deram bem conta do recado. Prova disso é que quase permitiram nenhuma finalização aos homens mais adiantados das águias, proporcionando uma noite mais tranquila do que o esperado a Rui Patrício. Destaco para o modo como os centrais ganharam os duelos individuais, raramente recorrendo à falta, e tentando colocar a bola nos médios.

Jefferson - O nosso brasileiro meteu o adversário argentino (Salvio) no bolso e dedicou-se bem ao trabalho ofensivo. Tirou um punhado de cruzamentos, mas o seu melhor cliente, Slimani, não estava na área para corresponder. Valeu o seu golo a vingar o vandalismo que sofreu á dias.

Adrien Silva - Recuperou um sem número de bolas, sendo dos primeiros a dar a palavra de ordem para pressionar à saída da área das águias. Não esteve tão disponível para o momento ofensivo, mas, ainda assim, destacou-se pela entrega que colocou em campo.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A vitória da estabilidade


É um lugar comum, porém não deixa de ser verdade: a estabilidade da estrutura em qualquer organização é , sem sombra de dúvidas, fator chave para o sucesso. Assim, é com felicidade que vejo as “nuvens negras” a dissiparem-se do horizonte sportinguista, com o início da reconciliação entre os responsáveis pelo futebol. É a vitória do bom-senso, equilíbrio e afirmo-o sem quaisquer pudores, da verdade.
Inicio a minha reflexão, pela análise da última característica que atribui aos relativamente recentes acontecimentos, isto é, o triunfo da verdade. A reiteração da posição do Presidente do Sporting Clube de Portugal em relação à matéria do treinador, defensora da manutenção do referido agente contribui inevitavelmente, na minha ótica, para o total desabamento das declarações do ilustre José Eduardo. O confronto entre a coerência e a fundamentação vs a incoerência e a conspiração, para mim, conduzirá apenas ao triunfo das primeiras sobre as segundas. E sendo ambas as intervenções mutuamente exclusivas ( assumindo-se uma como necessariamente verdadeira e outra como consequentemente falsa), então é natural que me posicione pela veracidade daquelas que são mais verossímeis e coerentes. Por outro lado, o respeito pela instituição e pelos quadros honrosamente eleitos são também fatores que me levam a defender tal tese. Não é acefalia é apenas a promoção de vínculos de confiança necessários. Caso contrário, estaria a fazer a apologia daquilo que critiquei, das absurdas teorias da conspiração não fundamentadas, reativas, desnecessárias. Era a vitória da incoerência.
Escrevi, igualmente, que a reconciliação é também a vitória do bom-senso. Esta conclusão, resulta de algo que, em cima, também já mencionei: a absoluta necessidade de estabilidade. É a estabilidade que abre portas a um progressivo aperfeiçoamento dos métodos de trabalho, abrindo as bases para um sucesso futuro. Exemplifico tal posição recorrendo a um exemplo estrangeiro: foi a persistência, a confiança no treinador, Alex Ferguson, que possibilitaram, em harmonia com a estrutura, importantes sucessos desportivos.
Em último lugar, destaco o equilíbrio. O equilíbrio de duas posições. Da posição do Presidente e da restante direção e da posição do treinador e sua equipa. A vitória do equilíbrio entre a defesa do dogmatismo programático e da autonomia desportiva do treinador. Provavelmente, uma das partes perdeu mais do que ganhou, cedeu substancialmente mais do que a outra, mas como muitos dizem C'est la vie. Em nome do sucesso, tudo é defensável, quase tudo é aceitável.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Vitória importante antes do derby


Antes da receção aos de Carnide  o nosso Sporting passou no último teste, mas para garantir a conquista dos 3 pontos teve que se mostrar capacidade para reagir a um resultado negativo. David Simão, de grande penalidade, colocou o Arouca na frente do marcador, mas Fredy Montero, pouco depois, restabeleceu a igualdade. Na segunda parte, André Carrillo colocou-nos pela primeira vez na frente, tendo pertencido a Tobias Figueiredo o tento que estabeleceu o resultado final.
Os nossos rapazes entraram bem no encontro com o Arouca, mas não foram capazes de concretizar as boas oportunidades que tiveram para inaugurar o marcador. O Arouca, por seu lado, foi respondendo a espaços ao domínio e mostrou que Rui Patrício não podia estar relaxado, pondo o guardião à prova na sequência de contra-ataques. Nós nunca abdicámos das nossas ideias de jogo, mesmo quando estivemos em desvantagem no marcador, e foi graças à fidelidade da sua forma de jogar que a equipa orientada por Marco Silva acabou por conseguir a reviravolta com relativa tranquilidade.

Montero - Com Slimani ausente para a CAN (o argelino já está a caminho de casa porque foi eliminado), o colombiano voltou à titularidade e está a trabalhar para segurar o lugar. Protagonizou a reação do Sporting ao golo do Arouca, ao marcar seis minutos depois. Criou várias oportunidades, mas a defesa arouquense e o guarda-redes Mauro não o deixaram marcar mais.

Mané - Muito ausente do jogo em longos períodos, mas quando apareceu, fez a diferença. Fez a assistência para os dois primeiros golos do nosso Sporting.

William Carvalho - No meio do batatal, foi o meio campista mais esclarecido das duas equipas. Procurou sempre entregar a bola redondinha no ataque e impediu várias investidas dos de amarelo.

Tobias Figueiredo - Algum nervosismo que ocasionou falhas defensivas, mas depois a fazer o golo da tranquilidade leonina.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Sucesso na Taça da Liga por decidir


Apesar de terem jogado em superioridade numérica durante grande parte do jogo, as segundas linhas do nosso Sporting não foram capazes de segurar a vantagem que obtiveram ainda no decorrer da primeira parte do encontro com o Vitória de Setúbal. A igualdade consentida faz a equipa orientada por Marco Silva ficar à mercê dos resultados da última jornada, na qual vai folgar, pelo que agora dependemos de outros para poder garantir o passaporte para as meias finais da Taça da Liga.
Ney Santos, com um golo na própria baliza, colocou-nos a vencer aos 13 minutos e a quatro minutos do intervalo os sadinos ficaram reduzidos a dez unidades, por expulsão de Lupeta. Porém, mesmo em inferioridade numérica, a equipa de Bruno Ribeiro conseguiu chegar ao empate, tendo feito o 1x1 final aos 54 minutos, graças a um tento assinado por Miguel. Este resultado espelhou a nossa falta de inspiração: ao intervalo vencíamos por 1x0 mas durante a primeira parte tínhamos criado oportunidades para conseguir um resultado mais folgado. A verdade é que os jogadores não marcaram quando deviam e acabaram por ceder o empate, que torna bastante difícil o apuramento.

André Martins - Foi uma espécie de homem grande no meio de miúdos e não deixou de provocar o desnível que se espera de um jogador assim: foi ele que começou a jogada do golo, num cruzamento que Tanaka desviou, mais tarde atirou ao ferro na marcação de um livre, serviu Esgaio para também ele acertar no ferro e cruzou três vezes para Sarr, Miguel Lopes e Rabia ficarem perto do golo.

Wallyson - Restam poucas dúvidas sobre a qualidade deste menino: agressividade, pulmão, capacidade de defender e atacar, visão de jogo e até bastante qualidade técnica.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Arrumar a casa


O nosso Sporting está a levar a cabo uma série movimentações com vista á melhor gestão dos jogadores do clube, sendo na minha opinião um bom planeamento que está a ser levado ao cabo pela direção. Tanto para dar competitividade a certos emprestados, como valorizar outros, isto também serve para dar espaço a quem não o tinha na equipa B. Ora aqui deixo as movimentações:

- Iuri Medeiros – Empréstimo ao Arouca, até final da presente época;
- Fabrice Fokobo - Empréstimo ao Arouca, até final da presente época;
- Filipe Chaby – Empréstimo ao União da Madeira, até final da presente época;
- Mama Samba Baldé – Empréstimo ao S.B. Castelo Branco, até final da presente época;
- Wilson Manafá – Cedência a título definitivo para o Beira-Mar, ficando o Sporting com 50% de uma futura venda;
- Zihao Yan – Rescisão por mútuo acordo;
- Diego Rubio – Reintegrado na Equipa B;
- Zezinho – Reintegrado na Equipa B;
- Lewis Enoh – Empréstimo ao Leixões, até final da presente época;
- Ricardo Esgaio - Empréstimo á Académica, até ao final da época;
- Salim Cissé - Empréstimo á Académica, até ao final da época.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Pensamento do dia


Iniciar os jogos (em casa principalmente) com equipas cujo o objetivo é pura e simplesmente aguentar o zero zero, com João Mário, Adrien Silva e William Carvalho é um tremendo desperdício.
Já por diversas vezes foi possível comprovar que o Sporting só com dois “médios centro” rende muito mais e marca muito mais golos com Tanaka e Montero na frente. Se Marco Silva achar que Tanaka não está pronto: Montero e Mané mas alguém tem de jogar com o Montero.
Na minha opinião é um crime fazer o que se fez ao Montero ontem. Não merece aquilo. Mais me custa ainda de ver que os adeptos (nós ? ) não percebemos que a culpa não é dele de não ganhar bolas ou etc mas sim do esquema (desapropriado ) em que esteve inserido.

Montero não é um Slimani nem nunca será.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Foi preciso entrar Tanaka


Foi apenas na entrada para o último quarto de hora que o golo do Sporting surgiu, depois de 75 minutos com muita bola, mas poucas oportunidades. Haveria de ser o japonês do costume a estar envolvido no golo de João Mário, numa clara demonstração de que à equipa faltava a tal presença na área.
Jogo foi muito complicado para nós, que tivemos muitas dificuldades para derrubar uma Académica apenas interessada em defender, o que fez bem durante 75 minutos. O golo de João Mário, depois de defesa incompleta de Lee a cabeceamento de Tanaka, seria fundamental para um triunfo que, a partir daí, não mais foi ameaçado. Vitória justa para a única equipa que quis ganhar. Quanto à Académica, foi incapaz de responder quando assim se exigia, ficando condenada a um desaire que a atira para zona de despromoção e bem o merece; o seu futebol é paupérrimo para uma equipa com a sua história.

Sportinguistas - Queria destacar aqui a presença de muitos leões nesta bela tarde de futebol. Num excelente ambiente, numa tarde solarenga em pleno Janeiro, 37 769 espectadores fizeram-se ouvir a alto e bom som.

William Carvalho - Foi o homem com a exibição mais sólida, coroada com o cruzamento que dá origem ao golo decisivo. Explorou os passes verticais dentro do possível, e tentou incutir velocidade às mudanças de flanco, funcionando como pêndulo da equipa.

João Mário - Para além do golo decisivo fruto do seu posicionamento oportuno, foi o rapaz que mais procurou levar o jogo para a frente. Esteve bem melhor que Adrien nesse capitulo.

Tanaka - Não marcou, mas voltou a ser influente, com a cabeçada que obriga Lee a defesa apertada, proporcionando-se depois a recarga de João Mário.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Ewerton substitui Maurício


Ewerton, central brasileiro de 25 anos que já representou o SC Braga, é reforço do Sporting, chegando a Alvalade por empréstimo do FK Anzhi com opção de compra por um milhão e meio de euros. A oficialização do negócio depende, apenas, dos exames médicos que o jogador tem que realizar.
Ewerton, que representa o FK Anzhi desde 2012, após ter estado duas temporadas no SC Braga é apenas conhecido mesmo por esses tempos ao serviço dos lampiões do norte. Foi o 9º jogador mais utilizado no Braga numa época em que terminaram em 3º lugar, logo á partida tem tudo para dar certo, pois já conhece o campeonato português. Ele chegou á Russia quando ainda lá estava Samuel Eto'o; o Anzhi tinha jogadores interessantes, desinvestiu e vendeu bons jogadores até a bons clubes russos. Não sei o que se passou, até porque não acompanho o futebol daqueles lados. Por agora parece-me bom negócio, no aspecto financeiro, pois se ele mostrar qualidade no final da época poderá ser pago com o dinheiro de Mauricio e ainda teremos lucro!

Primeira derrota do ano


E ao nono jogo o Sporting perdeu. Perdeu pela primeira vez no novo ano, no final de um jogo em que Marcelo Boeck sofreu o primeiro golo na Taça da Liga: e o segundo, e o terceiro.
Curiosamente até estivemos a ganhar por 2-0, e celebrou-se com golos uma entrada forte em jogo. Ryan Gauld, por duas vezes, colocou a equipa a festejar, no fim de duas jogadas de combinações pelo meio que são capazes de encantar até o mais imparcial dos adeptos.
A primeira parte foi excelente com qualidade na circulação de bola e algumas ocasiões de golo. Contudo na 2ª parte a qualidade exibicional caiu e o Belenenses aproveitou colocando em campo as estrelas da equipa. Abel Camará, na sequência de um lance precedido de falta sobre Rabia, depois Dálcio e novamente Camará, na conversão de uma grande penalidade, apontaram os três tentos dos da casa e garantiram a conquista dos 3 pontos.

Ryan Gauld - Só pelos dois golos que apontou já merecia a referência. Mas o internacional escocês mostrou bons pormenores, tanto na forma conduziu os ataques na primeira parte, como no modo como apareceu no sítio certo para finalizar a jogada do primeiro golo e como rematou de primeira após um excelente passe de Wallyson.

Wallyson - O médio brasileiro até nem começou bem, errando alguns passes de início, mas com o passar do tempo cresceu e mostrou-se. Por várias vezes serviu de «bombeiro» quando Rosell era ultrapassado e o passe para o segundo de Ryan Gauld é digno de ser visto e revisto.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Mauricio vai render 2.65M


O nosso Sporting oficializou, em comunicado divulgado no site oficial, a saída de Maurício para a Lazio. O central brasileiro sai agora por empréstimo, mas existe «obrigatoriedade de compra» por 2,650 milhões de euros, no final da época.

Maurício deixa-nos um ano e meio depois de ter sido contratado ao Sport Recife, por 450 mil euros. O central foi sempre titular, embora com rendimento claramente superior na primeira época, na qual fez dupla com Marcos Rojo. Limitado tecnicamente, claramente nunca teve qualidade para ser parte do onze titular de um candidato ao título,  mas vindo de um divisão inferior no Brasil, conseguiu impor-se e com muita garra e dedicação; fez também grandes jogos (as pessoas esquecem-se, mas sempre falavam que ele ia enterrar em jogos grandes e muitas vezes secou avançados do calibre de Jackson Martinez).

Indo a contas, foi uma valorização boa do brasileiro, rendendo 2.6 milhões, curiosamente o mesmo valor que Garay rendeu ao Benfica! E indo mais longe, ás vendas de Tiago Ilori, Dier, Rojo, Maurício (7.5+5+20+2.65) renderam 35M€ de vendas em centrais desde que Bruno de Carvalho foi eleito.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Grande vitória em grande jogo!


Foi com muito trabalho que conseguimos esta vitória por 4x2 frente ao Rio Ave. Mas as duas equipas proporcionaram um belo espectáculo, com golos, caudal ofensivo, muitas oportunidades e imprevisibilidade até ao fim. No que diz respeito ao encontro, a primeira parte foi bastante equilibrada. Iam-se sucedendo oportunidades de parte a parte mas nada de extremo, até que o árbitro assinala grande penalidade sobre Montero e Nani, na cobrança, não deu hipóteses. O Rio Ave acusou um pouco o golo, mas até ao intervalo, numa excelente jogada de contra-ataque, chegou à igualdade. A 2.ª metade do encontro principiou com um Sporting mais acutilante em termos ofensivos e com os de Vila do Conde a ameaçar no contra ataque. Em pouco mais de 5 minutos, 4 ocasiões para os para nós. Aos 60', Montero acabou mesmo por fazer o 2-1, a passe de Jefferson. Depois foi João Mário a finalizar de cabeça "à ponta-de-lança" para o terceiro golo. Nos instantes seguintes, o Rio Ave reduziu com um tiraço de Hassan e recolocou alguma dúvida no encontro. Ainda assim, nos descontos voltou o herói do costume. Tanaka, aos 90', fez o 4.º golo e fechou as contas da vitória.
No geral o nosso Sporting sentiu muitas dificuldades para travar os venenosos contra-ataques do Rio Ave e só com muita objetividade chegou à vitória.

Montero - Rematou por duas vezes muito forte, de fora da área, para excelentes defesas de Cássio, antes de finalizar com muita classe o cruzamento de Jefferson para o segundo golo. Foi também ele que sofreu o penálti que abriu o marcador.

João Mário - Começou o jogo a acumular erros e passes mal medidos, mas subiu de produção após a saída de André Martins, que o levou ligeiramente mais para a frente. Fez um golo e criou várias vezes perigo.

Jefferson - Jogo de alta rotação para o brasuca. Excelente, por exemplo, o cruzamento no fim de um pique em velocidade a servir Montero para o segundo golo, ele que logo a seguir voltou a fazer o mesmo e levou a bola a sair perto do poste. Na primeira parte tirou o golo a Tarantini quase milagrosamente.

Carlos Mané - Substituiu ao intervalo um Carrillo lesionado mas que não estava a fazer um bom jogo. Pois bem Mané entrou logo no início da segunda parte e o jogo mudou, trouxe irreverência, velocidade e futebol pelas alas que empurrou a equipa.

Ryan Gauld - Dificilmente podia querer uma estreia melhor: recebeu a bola, tirou um rival do caminho com um túnel e serviu Nani, que assistiu João Mário para o golo. Para além disso procurou sempre pressionar com a sua rapidez e deu sempre fluidez ao jogo. Fez o que o substituído André Martins não conseguiu fazer.

Tanaka - Já começa a ganhar reputação de talismã! Esteve pouco mais de dez minutos em campo mas foi tempo suficiente para aplicar o golo da tranquilidade.